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Ings Files to Run For Orlando Mayor

Pledges Safe Streets, A Clean Orlando and More Development as the Candidate 

ORLANDO, Fla., February 27, 2019 – Sam Ings hopes to become the next mayor of Orlando and has officially filed with the City’s clerk’s office to run in November’s 2019 election. Ings, who served thirty years with the Orlando Police Department and retiring as a captain, was first elected as District 6 Commissioner in 2006. Now, he wants to bring a new era of leadership to city hall, where residents see a clean Orlando and feel safe in their communities, and entrepreneurs and businesses are economically empowered.

Ings says he has been listening to Orlando residents who say that the city needs to be more inclusive of all neighborhoods when focusing on crime prevention and public safety. An advocate for more neighborhood policing, Ings knows firsthand the value of having more police substations in communities. “I have been relentless in trying to get more police substations in certain neighborhoods for over 10 years, where officers are actually dispatched from the locations to respond faster to calls,” said Ings, who successfully placed a police substation in MetroWest.

“This is why I am running for Mayor because I want to expand on what I have achieved in my district throughout the city, and neighborhood policing a top priority for all areas in the city,” Ings said.

A clean and more beautiful Orlando is another target on Ings’ to-do list for the residents. He says the city must do a better job at keeping trash off of the roads and a better job at restoring infrastructure to keep “The City Beautiful” – beautiful.

Ings becomes the fifth challenger to enter the race against Mayor Dyer. Although Ings believes that he can beat Dyer, he admits that Dyer does have deep campaign pockets and an impressive list of supporters on a host committee dominated by “who’s who in Florida politics”. “My focus is on the voters who will ultimately decide in November that Buddy has been in office too long and has become complacent,” Ings said.

Ings’ says he is excited to build upon more opportunities for entrepreneurs to partner with developers, similar to what he has already accomplished in his district with growth and expansion that will include all of Orlando.

Ings will unveil his entire campaign platform and new vision for the city at a campaign kick-off and fundraiser scheduled for later this month. The event will be open to the public.

Visit www.IngsforMayor.com and follow him on facebook, twitter and instagram for more campaign updates. 

“A nossa causa é a causa de todos!”

Uma noite de emoção e solidariedade marcou o lançamento da IF YOU Foundation, no dia 20 de fevereiro, em Monte Verde, FL. A idealizadora, anfitriã e apresentadora do evento, Fernanda Pontes, foi aplaudida de pé por mais de 250 convidados pela conquista de reunir autoridades americanas, Embaixadoras brasileiras e amigos que vivem em diferentes localidades dos Estados Unidos. A IF YOU Foundation abraçará diversas causas em prol de ONGS que fazem a diferença na vida dos brasileiros que vivem nos EUA.

“Estou extremamente emocionada. Nesses quase seis anos que vivo nos EUA, pude contar muitas histórias através da minha profissão e nunca deixei de lutar pelos brasileiros e elevar ainda mais a minha cultura, mesmo vivendo em outro país. Hoje dou um passo desafiador, mas extremamente gratificante em um país, onde aprendi a me reinventar e acreditar que tudo é possível quando se tem determinação para se realizar.”

Fernanda foi prestigiada pelo marido, o empresário Diogo Boni, o casal Michel Teló e Thais Fersoza, além de Matheus Mek, da dupla Matheus e Kauan, acompanhado da esposa Paula, grávida do seu segundo filho, a cantora do the Voice Kids, Luiza Prochet e do Commissioner de Orlando, Samuel B. Ings.

“Ser chamada de Embaixadora Mundial por uma autoridade americana, me traz ainda mais motivação para realizar este lindo trabalho. Farei o que for preciso em prol de todos as ONGS brasileiras.”, disse Fernanda.

O evento foi realizado no luxuoso condomínio Bella Colina, em Montverde, FL 34756, cidade localizada na Flórida Central, distante a 35 minutos do downtown de Orlando. Foram entregues troféus às mulheres embaixadoras que irão representar a entidade nos EUA. As apresentações musicais ficaram sob a direção do músico Márcio Mendes, com destaque do vídeo e participação de Drey-C, músico brasileiro que vive, há mais de 20 anos nos EUA, e compôs a canção “If You Believe”, dedicada à IF YOU Foundation. Fernanda Pontes dividiu as apresentações no palco com o conceituado jornalista e apresentador Vandrey Pereira.

“Nosso compromisso será gerar oportunidades e motivar aqueles que almejam um futuro ainda melhor, ampliando e validando ações sociais e ONGS que já existem aqui nos Estados Unidos, além de uma ação Global, onde prestaremos todos os serviços comunitários àqueles que necessitam.”, completou Pontes.

Para mais informações sobre a If You Foundation, visitar o site: ifyoufoundation.com.

NETFLIX: UMA NOVA ERA PARA FILMES?
Priscila Santa Rosa

Netflix amplia sua coleção de filmes originais

Após investir muito e com sucesso em séries originais, a Netflix está novamente expandindo. Dessa vez, a empresa de streaming está apostando em longa metragens. Com o objetivo de tornar 50% de seu conteúdo completamente original, a Netflix investiu por volta de 8 bilhões de dólares em 2018 e agora estamos vendo o resultado de tanto investimento.

Apesar de já ter lançado filmes na sua plataforma em anos anteriores, tais como comédias e filmes de ação com Adam Sandler e Will Smith (“The Ridiculous 6” e “Bright” respectivamente), a resistência tanto do público como dos críticos colocou em dúvida se a gigante do streaming era capaz de desafiar o cinema tradicional.

Porém, parece que as coisas estão mudando. A popularidade dos filmes para jovens adultos e adolescentes produzidos pela Netflix é inegável. Entre os filmes mais vistos de 2018 estão “To All The Boys I’ve Loved” e “The Kissing Both”, ambos dominaram as redes sociais após seus lançamentos. A autora do livro que serviu de base para “To All The Boys I’ve Loved” alcançou quase 6 milhões de seguidores no Instagram e não demorou muito para que a sequência do filme fosse anunciada. No entanto, o sucesso com esse público, já propenso a consumir mídia digital, não era indicativo que a Netflix estava finalmente se aproximando da popularidade do cinema tradicional.

Tudo isso mudou com o lançamento de “Bird Box” (2018) em dezembro. Nele, Sandra Bullock faz o papel de Malorie, uma mulher grávida tentando sobreviver num mundo dominado por criaturas que enlouquecem qualquer um que as veem. Lembrando os apocaliptios “A Quiet Place” (2017) e “The Happening” (2008), “Bird Box” não é exatamente uma revelação do cinema. Porém a presença da sempre magnética Bullock, com uma certa ajuda do ator consagrado John Malkovich, tornam uma premissa fraca em um thriller que prende atenções até seu final.

Esses elementos unidos ao fácil acesso ao filme sem dúvida contribuíram para uma explosão em popularidade. Segundo a Netflix, em sua primeira semana “Bird Box” foi assistido por 45 milhões de pessoas. Caso tivesse sido lançado em cinemas tradicionais, esse número representaria a mesma bilheteria de “Black Panther” (2018) durante sua primeira semana (aproximadamente 415 milhões de dólares).

Se “Bird Box” é um sinal que filmes da Netflix estão quebrando barreiras de popularidade, “Roma” (2018) do diretor Alfonso Cuarón (Gravity e Children of Men) reflete um avanço contra outro obstáculo que a empresa enfrenta: o reconhecimento da indústria cinematográfica.

Se passando na década de 70 na Cidade do México, o filme conta a história semiautobiográfica de uma empregada doméstica trabalhando para uma família de classe média. “Roma” estrelou primeiro no Festival Internacional de Cinema de Veneza, onde recebeu o Leão de Ouro. Depois, foi colocado em cartaz em um número limitado de cinemas por um breve período – muitas redes tradicionais se recusaram à exibir o filme devido aos termos de distribuição da Netflix, considerado competição direta das salas de cinema. Nada disso afetou o brilho do filme, que acumulou vários prêmios, incluindo o mais recente Globo de Ouro para melhor filme internacional e melhor diretor. Apesar da resistência à marca Netflix, “Roma” foi aceito pela crítica mundial.

Diferentemente de outros grandes lançamentos, “Bird Box” e “Roma” podem ser assistidos a qualquer momento e em qualquer tela. Sem necessidade de pagar ingresso, pipoca, enfrentar salas cheias, trânsito, ou programar boa parte do seu final de semana ao redor do horário da sessão. Não é preciso esperar um ano para ter acesso ao DVD ou à versão digital. Ao contrário de filmes de outras produtoras, estes filmes estarão para sempre na coleção da Netflix.

Porém, é difícil dizer se streaming eventualmente irá substituir a ida ao cinema. É uma discussão que divide muita gente e há méritos para ambos lados. Assistir um filme numa tela gigantesca, numa sala escura e cercado por outras pessoas é uma experiência única.

Resta ver se a Netflix conseguirá manter esse sucesso e associar de uma vez por todas sua marca com produções cinematográficas de qualidade.

Alguns filmes já disponíveis no serviço:

“The Ballad of Buster Scruggs” – Dos renomados irmãos Coen (no “Country for Old Men”), esse filme contém seis contos do Velho Oeste americano. Modernizando e aperfeiçoando elementos clássicos da era de ouro dos “faroestes,” essa coleção tem de tudo um pouco: ação, tragédia, romance, e humor.

“Polar” – Baseado em uma série de quadrinhos, “Polar” é um thriller estrelando Mads Mikkelsen (da série Hannibal e do filme “Doctor Strange”) no papel de um assassino que, ao se aposentar, vira alvo da organização para qual trabalhava.

“IO” – Estrelando Margaret Qualley (“Once Upon a Time in Hollywood”) e Anthony Mackie (“8 Mile” e “Captain America: The Winter Soldier”), “IO” é mais um filme para os fãs de ficção cientifica. Após um evento que praticamente destruiu a Terra, dois sobreviventes lutam para chegar até a última nave espacial, numa tentativa desesperada de fugir do planeta.

A Internet é um mar de falsificações
Peter Ho Peng

2018 foi o ano no qual a farsa veio à tona. A Internet é um mar de usuários falsos, inexistentes, ou existentes apenas eletrônicamente, mas não humanamente; sites falsos, movimentos de mouse falsos, cliques falsos, logins falsos, o único elemento verdadeiro são os anúncios comerciais, pagos pelos anunciantes. Como isso foi descoberto?

Alguns anunciantes do Facebook suspeitaram que o tráfego alegado pelo Facebook era exagerado. Fazendo uma auditoria preliminar conseguiram que o Facebook admitisse que havia um exagero. Mas esse exagero deve ser muito maior do que o que o Facebook admitiu inicialmente.

Preciso voltar um pouco atrás para explicar melhor a trama. A mídia, isto é, os donos das mídias, Facebook, YouTube, AOL, Amazon, etc, são pagos pelos anunciantes pelo número de visuários que cada mídia alcança. Por exemplo, 5 mil vistas no YouTube custam US$15 ou mais. Trinta segundos em um vídeo conta como uma vista. O preço varia também de acordo com o poder aquisitivo do usuário. Por exemplo, aquele visuário que lê o Vogue e/ou o The Economist tem um poder aquisitivo maior do que o visuário que lê matérias não sofisticadas.

Os donos das mídias criaram uma rede de usuários que não existem. “Bots” são robôs que fazem tudo aquilo que um usuário humano faz, simulando cliques, movimentos do mouse, teclado, até música tocando ao fundo, televisão ligada e telefones batendo na casa do “usuário” falso. Esses bots apenas esperam o anúncio se completar para reiniciar a farsa. Estima-se que apenas metade dos usuários da internet seja composta por seres humanos. Na ilustração do artigo, apresentamos uma “fazenda de cliques,” centenas de smartphones, organizados em linhas, como num escritório profissional, todos “vendo” o mesmo video, “pensando ou contemplando comprar” a mesma mercadoria no Amazon, ou baixando o mesmo aplicativo.

Os anunciantes pagam de acordo com o número de visitantes que esta mídia recebe, portanto estão jogando dinheiro no lixo, porque ninguém está vendo seus anúncios. Na ação contra o Facebook, os defensores admitiram 60% de tráfego exagerado, mas os acusadores estimaram esse exagero de 150% a 900%.

Mas algo ainda mais perverso está sendo feito pelos usuários, através de “trolling”. Em quase todas as linguagens do mundo, do Inglês aos idiomas escandinavos, e até ao Português, existe algo que relaciona essa palavra com falsidade, malvadeza. Por exemplo no nosso idioma existe o trouxa. Durante a guerra do Vietnã, pilotos americanos usavam os trolls como alvos falsos, para desviar a atenção dos inimigos, que desperdiçavam bombas em alvos simulados.

Os usuários estão usando os trollers na internet para destruir seus adversários. Por exemplo, nas eleições presidenciais que elegeram o Trump, os russos criaram uma equipe de trollers que, com fotos roubadas, principalmente de negros, fizeram assinaturas no Facebook e outras redes sociais e buscavam outros negros como alvo para disseminar mentiras sobre a Hillary Clinton a fim de persuadir essas pessoas a não votar. Era sabido que, como herança do Barack Obama, a grande maioria dos negros votaria na Hillary Clinton. O voto nos EEUU é opcional, não é obrigatório. Então a sugestão desses trollers era para esses negros a não comparecer. Até um brasileiro entrou nessa; teve sua foto roubada pelos russos, que a usaram para fazer um troll, mascarado de apoiador do Trump, vendo um video no Facebook, e conversando. Isso é uma visita real?

Outros trollers criavam fotos de políticos democratas fazendo algo errado, por exemplo, montados numa atriz de pornô, foto-montagens tão bem feitas que tinham credibilidade. Ou seja, eram equipes altamente profissionais.

Na área comercial, no Amazon, por exemplo, estórias infantis foram alteradas por inteligência artificial, que alteravam a voz do narrador, e alteravam as imagens de tal modo a evitar pagar direitos autorais a quem realmente trabalhou para contar a estória, ou seja, os autores originais. A cópia era produzida sobre o original, a baixo custo, e vendida a preço muito menor, mostradas lado a lado, ou seja, o original e a cópia falsificada, como mercadorias, lado a lado, numa prateleira. Naturalmente a falsificação muito mais barata. Esse tipo de falsificação ainda é difícil de detectar, e a questão de direitos autorais nesse tipo de falsificação, onde inteligência artificial é envolvida, ainda não foi bem definida judicialmente. Outros trollers criavam comentários falsos, avaliações falsas sobre mercadorias verdadeiras, em lojas falsas, a fim de dirigir tráfego de compradores para os concorrentes, os seus clientes, que de alguma maneira lhe pagavam pelo trolling, talvez os empregando diretamente, talvez por alguma maneira subreptícia para não serem identificados de imediato. Sem dúvida isso deveria ser criminoso. O Alibaba, o Amazon da China, tem 30.000 funcionários trabalhando em informática. Eles dizem que fazem mineração de dados. Mas quantos estariam fazendo trolling, falsificando videos, para evitar pagar direitos autorais? Quem vai verificar as prateleiras do Alibaba? E por aí afora.

Existe um método de identificar qual percentagem dos visitantes de um site é de humanos e qual de bots. Entretanto, há um ponto de inversão, no qual a tecnologia presente vai passar a identificar os bots como humanos e os humanos como bots. Isso será corrigido, mas no presente, vai ocorrer isso apenas no ponto de inversão, o qual não sabemos ainda qual será numèricamente esse ponto de inversão. Pode ser 50% ou mais.

Pessoalmente, não acredito em mais nada que vier pela internet. No título do artigo eu disse que a internet é um mar de falsificações. Deveria eu ter dito que a internet é um oceano de falsificações? E vamos mudar o nome Facebook para Fakebook?

A tragédia de Brumadinho
Peter Ho Peng

Conversas com o Chirú

Fim de mais uma semana de trabalho bem feito, gado alimentado descansando; leite tirado; crianças em casa após um dia de escola; roupas lavadas e estendidas nos varais, churrasco de costela no ponto; chimarrão, com yerba mate argentina esperando a água quente da chaleira, pendurada no trempe, no calorzito das brasas restantes do fogo de chão; Chirú na cadeira preguiçosa, nós, peões, ao redor, nas banquetas de cepo.

Conhecemos o chefe, precisamos acender a chama para o papo fluir. Mas antes da conversa, a rodada de mate. As cuias e as bombas se revezam nas mãos.

Essa conversa geralmente se faz no sábado; o trabalho no campo é diário, o gado pasta todos os dias. E as vacas dão leite também todos os dias. Mas o domingo é o dia de descanso para a maioria. E também de igreja para muitos. A turma do domingo se reveza. Mas na noite do sábado a turma do domingo também se junta ao resto, quando sabe que o Chirú será provocado naquele sábado.

Mas o chefe também nos conhece, o Chirú detectou muito antes da conversa começar. “Me diga o que tens em mente, tchê” – iniciou o Chirú, falando diretamente comigo, êle conhecia seus peões e sabia que eu saberia expressar bem a  pergunta da turma.

Mais uma rodada de mate, uma rodada de silêncio. Mas sabíamos que o que esperávamos viria. Dei um tempo e falei: “Como que conheces tão bem as pessoas, Chirú? São tantas as pessoas que trabalham aqui, plantando, colhendo, tantos visitantes que recebemos, vizinhos, as famílias, as pessoas dos povoados, escolas, igrejas, e não falas, mas percebemos que não fazes julgamentos errados acerca delas. Sabes se são honestas, se são competentes, se trabalham duro, se procrastinam, enfim, se farão parte da nossa turma. E quanto aos nossos políticos, raramente te vemos errar. E que ficas quieto quando tens dúvidas.” Pedrão interrompeu: “O que é procrastinar, Ernesto?” Respondi: “Procrastinante é o sujeito que não faz o que precisamos que faça, sabe que não é urgente, vai deixando, deixando, espera mais um pouco, até que a tarefa fica urgente, e se atrapalha, outros fazem a tarefa, ou seja, atrapalha outros.”  Aí Chirú interrompeu. “Desculpe interromper, Ernesto, mas acho que é mais bem entendido explicando o contrário. O sujeito que não procrastina, Pedrão, é um como o meu compadre Mário, que alguns de vocês conheceram antes de havermos-lo perdido. O Mário quando recebia uma tarefa, por exemplo, consertar uma cêrca, trabalho de uma hora, e êle tinha vários dias para fazer, partia imediatamente para a tarefa, fazia tudo em uma hora, não perdia nenhum minuto. O procrastinante deixa para as últimas horas.” Todos entenderam, mesmo os que não conheceram o Mário. Eu completei: “E o cara não se integra na turma, a turma vai ficando cansada. É como uma peça na engrenagem que não deixa a máquina funcionar direito.”

Mais uma rodada de mate, uma rodada de silêncio. O Pedrão quer saber mais. “Como isso acontece? Isso tem cura?” Nós sabíamos porque o Pedrão perguntava. A mulher dele era procrastinante. O Chirú sabia. E responde com a delicadeza de sempre. “Eu acho que isso vem de casa, Pedrão. O sujeito aprende isso pelos exemplos. É como se fosse de berço, pois a criança aprende com os pais. Para mudar isso, o melhor que se pode fazer é continuamente dar exemplos, sem falar.” Mais uma pausa, e uma rodada de mate. Tempo para a gente digerir as palavras do Chirú. Ficou mais uma vez, tudo bem compreendido e entendido pela tropa e pelo Pedrão. Agora o Chirú vai responder à minha pergunta.

“Voltando ao Ernesto: como conheço as pessoas. Experiência de vida, Ernesto. Conheci muita gente. Ia observando e aprendendo com os exemplos, errando e acertando; acertando e errando. Escolas, exército, esportes, muito trabalho, fiz emprêsas, iniciativas próprias, família numerosa. Sempre com muitos amigos. Muitas pessoas à minha volta. Testemunhei muitos governos e muita reviravolta política. Mas eu tive sorte. Não herdei dinheiro nem negócios dos pais, tive que trabalhar. Eu tenho amigos de infância que nasceram em berço de ouro e aos cinquenta anos ainda pediam dinheiro ao pai para o cafèzinho. Mas eu tive que crescer e cresci. O que recebi de herança dos meus pais não tem preço, não troco nem por todo o chá da China.” Mais um mate, tempo para pensar e refletir.

“Mas foi minha mãe quem me deu a base. Me ensinava pelas coisas pequenas, como por exemplo, não pegar as flores dos vasos da escola, dos parques.” “Mas todo mundo pega, mãe,” eu respondia. Tá errado, filhinho, as flores são de todos, não tuas, foram plantadas por alguém, trabalho de alguns, para a alegria de todos, minha mãe ensinava. Ia me mostrando enquanto eu crescia.” Ficava claro para todos o amor da mãe pelo filho, e como o recíproco era verdadeiro.

“Mas como, Chirú, ela te ensinou a ler o caráter das pessoas, também?” emendou o Pedrinho.

“A base sim, Pedrinho. Ela dizia: “Falar é fácil, fazer é que são elas.Vais ver que quem mais fala é quem menos faz. E as pessoas boas não precisam falar. Sabem que um fazer basta.” “Nas coisas pessoais, eu via como meu pai e minha mãe eram generosos com os pobres, não apenas em bens materiais, mas em tempo, dando apoio emocional nas horas difíceis, guiando os jovens, e não falavam nisso. E observei como quem mais falava, como nas igrejas, obedecer a Deus, dar de si, antes de pensar em si, não praticavam, e eram os mais infiéis e os que menos faziam pelos outros.”

“E isso eu ia vendo na vida. Mas errei bastante, antes de acertar. Eu ia vendo, por exemplo, como os políticos prometem acabar com a corrupção, e são ainda mais corruptos que os antecessores. São os mais mentirosos. Vejam agora a tragédia do Brumadinho. Depois da tragédia igual de Mariana, os deputados reprovaram uma medida forçando a Vale a rever todas as centenas de barragens de lama de mineração que ela opera. Uma bancada no lamaçal. Mas não precisamos ir muito longe. Mais próximos de nós, nosso vizinho, estancieiro do lado, igualito a nosotros, falava muito, mas quando a vaca foi pro brejo, encheu a mala e se mandou, deixou todos pendurados, sabe-se lá que contas foram feitas. Minha mãe ensinava sem julgar, me ensinou a observar, que, quando a vaca vai pro brejo, a porca torce o rabo.”

PAUSA EDITORIAL

A Vale é o apelido da Companhia Vale do Rio Doce, ou CVRD, a maior mineradora do Brasil. Foi privatizada durante a gestão do FHC. Essa medida foi muito aplaudida pela direita, acreditando nas forças do mercado, e que freiariam a corrupção estatal, e criticada pela esquerda, mas que não tinha contra-argumento. A bancada é o apelido de qualquer câmara, estadual ou federal, ou mesmo municipal, e até o Senado Federal; neste caso usada para denominar os deputados federais. O político na lama é a gíria popular para dizer que esse político foi subornado para votar de uma maneira definida pelo subornador. A bancada no lamaçal é a corrupção geral, e usada ainda como metáfora à barragem de lama que desmoronou em Brumadinho (CE). A Câmara Federal votou essa medida submetida por ambientalistas e apoiada pela esquerda, depois da tragédia de Mariana (MG) em 2015, naturalmente, e os direitistas e os subornados votaram contra, sempre acreditando nas forças do mercado (e no poder da grana) e os mais radicais colocando os ambientalistas e a esquerda no mesmo saco, chamando a medida de conversa fiada de comunistas. E o governo do petista Fernando Pimentel autorizou em dezembro de 2018 uma expansão das atividades da Vale na mesma região do Ceará.

Quando a vaca vai pro brejo é uma expressão do campo, bastante usada. Em tempo de extrema sêca, seca tudo, seca o pasto, falta comida e água para o gado. O brejo, o pântano, é o último recurso, e o gado vai beber essa água, ruim que seja. O gado entra e se atola, não consegue sair sem ser puxado, içado, ou guinchado por um trator. É aquele período de grande dificuldade. No caso acima, significam aquela crise econômica que o fazendeiro vizinho não teve coragem para encarar. A porca torce o rabo também vem do campo. A porca, e o porco enfiam o rabo entre as pernas, quando ficam com medo.

UFA do Editor

O Chirú continuou. “Eu tive muita sorte. Conheci muita gente; gente boa e gente má; mentirosos e verdadeiros, fui aprendendo a distinguir, com os erros e acertos.”                                                                                                                                      O Chirú ia falando devagar, dando tempo para o chimarrão rodar, as cuias iam trocando de mãos, mas certamente para dar-nos tempo para digerir os novos pensamentos e informação.                                                                      Não era preciso falar mais nomes, dar mais exemplos. Tínhamos tudo claro na nossa frente. A informação vinha pelo rádio, televisão, nas canchas de bocha do povoado, e nos jogos de futebol inter-fazendas. “Mas Chirú, podes nos dar exemplo de erro teu?”  “Eu cometi enganos grandes. Por exemplo, iniciei acreditando no governo militar, admito. Pensava em disciplina e no fim da corrupção. Entrei naquele papo de que liberdade não é libertinagem.” “Mas rapidamente entendi que a vida nos quartéis é muito diferente da vida do povo, e que essa falta de vivência e de conhecimento de como uma democracia funciona, e de como os poderosos se mantém no poder usando o poder do dinheiro era uma falta de conhecimento de governo por parte dos militares importante.”

Mais um tempo, para digerirmos aqueles pensamentos, que o Chirú sabia nunca havíamos ouvido. “E percebi que os poderosos, os que têm dinheiro, se mantiveram no poder, patrocinaram o golpe militar e já tinham preparado os meios de se manter por cima.” Mais um tempo. “E que a falta de liberdade e de democracia, não resultam em disciplina. E que torturadores no poder não poderiam nos levar a um caminho certo. E que quem aplaudia isso eram os mais mentirosos.” “Eu cresci. Fui um forte exemplo que as pessoas crescem, mudam.”  “Mas Chirú, por que os outros não crescem?,” emendei. “Ernesto, penso que é mais um exemplo do que minha mãe dizia, o tal do falar é fácil, fazer é que são elas.” O Chirú seguia falando devagar e sem se empolgar.  “Essas pessoas que não crescem, ou porque nasceram em berço de ouro e não precisam crescer, nunca foram desafiados, ou não crescem porque mentem.” Mais mate para alimentar a conversa. “Pois quem mente, mente não apenas aos outros; mente também a êles próprios, mentem a si mesmo. E não crescem porque quem mente a si mesmo, vai continuar se enganando. Pensam estar sempre certos. E aí não conseguem crescer.” “Mas cada um de nós já viu isso. Qual de nós nunca errou? Mas conseguimos superar isso encarando. E assim mudamos e crescemos. Mas quem se engana a si próprio tem dificuldade. Esses reunirão falsidades em seu redor. E porque ninguém em seu redor lhes diz o correto. Não querem ninguém ao seu lado que discorde. Novamente minha mãe vem à lembrança. Quando a vaca vai pro brejo, a porca torce o rabo. As pessoas que mentem a si próprias não têm coragem de se olhar no espelho e se encarar, continuando a negar. E não entendem que as outras pessoas mudam, crescem, porque elas não mudam.” A noite já caíra, o céu sem lua brilhava como nunca, o Cruzeiro do Sul comandava as outras estrelas. No nosso céu gaúcho que sabíamos brilhar como nenhum outro. E nós havíamos extraído mais uma conversa com o Chirú, não precisávamos agradecer em palavras. As banquetas guardadas, os espetos limpos, o trempe limpo, as cuias lavadas e as bombas brilhando com as luzes do céu, as cinzas apagadas e coletadas, mais o nosso “Boa noite, Chirú” demonstravam na prática nossa gratidão. Por nós, pelas nossas famílias e pelos nossos filhos.

Sistema de agendamento e-consular

O sistema de agendamento de serviços do Consulado-Geral do Brasil em Miami pode ser acessado pelo seguinte endereço: ec-miami.itamaraty.gov.br.

No sistema e-consular, o cidadão brasileiro deverá enviar pelo próprio sistema a documentação necessária para cada serviço (fazer o “upload”). Quando a documentação for avaliada e estiver validada, será aberta a agenda para marcação do serviço. O tempo para validação do serviço varia conforme a demanda das solicitações.

Confira o passo-a-passo:

1) Faça o login no sistema e-consular (ec-miami.itamaraty.gov.br) com seu e-mail.

2) Verifique seu e-mail: será enviada mensagem do e-consular. Acesse o link na mensagem de e-mail para entrar no sistema.

3) Atualize seus dados. Crie uma senha para poder acessar o sistema. Escolha o serviço. Será aberto formulário eletrônico que solicitará as informações e documentação necessárias.

4) Preencha as informações e faça “upload” da documentação necessária, conforme exigido em cada campo do formulário eletrônico.

Dica: É mais fácil fazer o preenchimento e o “upload” das fotos dos documentos pelo telefone celular.

5) Confirme a correção dos dados e envie para validação.

6) Aguarde a resposta do Consulado-Geral. A equipe do Consulado-Geral enviará mensagem de validação ou solicitação de complementação de informações.

Atenção: a mensagem de validação não será imediata, é necessário aguardar a comunicação do Consulado-Geral.

7) Caso o preenchimento do formulário eletrônico esteja incompleto ou incorreto, a equipe do Consulado-Geral enviará mensagem indicando o que está faltando. Repita os passos e providencie as informações demandadas.

8) Caso você receba mensagem de validação, sua solicitação foi aceita. Na mensagem haverá um link para acessar a agenda de serviços.

9) Agende seu serviço na data desejada, ou opte pelo envio da documentação por correio, se o serviço solicitado assim permitir.

É importante lembrar que o Consulado-Geral somente atende mediante agendamento prévio. Os agendamentos já realizados no sistema https://cgmiami.appointy.com/ serão mantidos.

Outra sugestão é fazer a solicitação de serviços pelos correios. Informações sobre quais serviços são disponíveis e como solicitá-los pelos correios podem ser acessadas no seguinte endereço: http://miami.itamaraty.gov.br/pt-br/servicos_pelo_correio.xml.

Recomendo Business Education abre suas portas em Orlando

Em 2019, a novidade na área de Educação foi anunciada em 18 de janeiro, com coquetel de lançamento, foi apresentada a parceria entre duas empresas brasileiras que atuam no setor. Ambas localizadas em Orlando, Flórida; a FCU-Florida Christian University, que acumula mais de 20 anos de experiência no setor, com cursos em diversas especialidades nas áreas de Humanas, Filosofia, Teologia, Administração de Empresas e Couching, entre outros. Com início na Colonial Drive, posteriormente, em 2003, mudou-se para sua unidade própria, no endereço 5950 Lakehurst Drive, Suite 101 – Orlando,Fl 32819, local onde são ministradas aulas presenciais. De propriedade do Dr. Anthony Portigliatti, que hoje ocupa o cargo de Presidente do Conselho da Universidade, a escola tem como presidente, Bruno Portigliatty. Na última década, a FCU investiu pesado e passou a atuar em vários países da América do Sul, Europa, Ásia e Oriente Médio, com representantes locais para expandir horizontes na Educação de aulas virtuais.

A parceria trouxe a experiência do empresário paulista, Alexandre Damiani, que está em Orlando há mais de 3 anos, com sua empresa Recomendo Business Network. Este empreendimento reúne pequenos e médios empresários que formam grupos de profissionais que recomendam produtos e serviços que não competem entre si. Quando um grupo alcança o limite de participantes permitido, imediatamente, é aberto um novo grupo com a entrada de novos membros. O objetivo é gerar negócios e networking que estimulam a competitividade e lucratividade. Após ter iniciado em Orlando, hoje Damiani tem também grupos formados no Sul da Flórida, em Masshachussetts e, recentemente, anunciou que vai expandir para Portugal.

Da idéia de Damiani e Portigliatty nasceu o Recomendo Business Education que vai oferecer cursos de Negócios e Treinamento Pessoal, focado no pequeno e médio empreendedor. As aulas são ministradas na 6965 Piazza Grande Avenue, Suite 309 – Orlando, Flórida 32835 e terão certificados com a chancela da FCU-Florida Christian University.

Mais informações podem ser obtidas através dos contatos:  Anthony Portigliatty 407.896.0101 e Alexandre Damiani 407.906.1019.

Jacqueline de Andrade apresenta sua obra “The Selection”

O ex-jogador de futebol e apresentador de TV, Neto, apresentou um  evento, nos Estados Unidos, em parceria com o técnico de futebol Ney Franco. O encontro contou com uma exposição de arte denominada “The Selection”, com obras assinadas pela artista plástica brasileira Jacqueline De Andrade.

A coleção de pinturas de Andrade homenageia grandes jogadores da história da Seleção Brasileira de futebol. O evento recebeu grandes estrelas do futebol brasileiro, que foram prestigiar a exposição e participar do jogo “Amigos do Neto x Celebration Soccer Star”, que aconteceu no campo Ney Franco Soccer Academy, em Celebration, Flórida.

Sobre a artista

Nascida em Ribeirão Preto, SP, Jacqueline De Andrade começou a sua paixão por arte com apenas 12 anos de idade. Aos 14 anos, viu o primeiro retrato feito, em pintura a óleo na parede, na casa de uma tia. Ao ver o quadro, Jacqueline decidiu que o seu grande sonho era fazer faculdade de artes plásticas e se aperfeiçoar para um dia pintar o retrato de toda a sua família. Entre os cursos que Jacqueline participou destacamos: gravura em metal, desenho, pintura, retrato, artes em vidro, artesanato, entre outros. Entretanto, foi a pintura acadêmica de retratos que mais despertou o interesse da artista. Aos 19 anos, ingressou na UNAERP, em Ribeirão Preto, para se profissionalizar em Educação Artística e manteve a participação em cursos extras além de todo o período de estudos na faculdade onde se formou.

Em 1990, passou a integrar a “Associação dos Artistas Plásticos de Ribeirão Preto” e suas obras participaram em mais de 20 exposições no estado de São Paulo. Participou do projeto semanal “Céu Aberto” entre 1996 a 1998 onde expôs suas obras na praça 7 de Setembro, um dos principais pontos turísticos de Ribeirão Preto. Durante as exposições, surpreendeu os membros da associação e o público apresentando além das pinturas de retratos, pinturas contemporâneas modernas. Diante das novas obras, Jacqueline foi catalogada como artista contemporânea em 1997 no “Catálogo Brasileiro de Artes Plásticas” de Ivanir Pineda Sanchez.

Mudou-se para os Estados Unidos com o seu marido e filhos para estudar inglês e ampliar seus horizontes e inspirações. Em 2019, aumentou  sua obra pintando quadros que foram expostos na “LATINARTEXPO”, em West Palm Beach, Fl; Jacqueline foi a única brasileira a participar entre mais de 27 artistas plásticos latinos.  O sucesso lhe rendeu um convite para expôr suas obras na “Jan e Gary Dario Gallery”, nos Estados Unidos.

Em 2010, admirada pelo talento como artista foi convidada a expôr no Brazilian Day Orlando Festival, evento internacional de destaque na comunidade brasileira.

Em 2013, suas obras foram expostas no jantar de aniversário da “New Hope Assistance Center”, na Flórida. Em 2017, recebeu  o “Prêmio Mulher BrazilUSA Orlando”, da revista que leva o mesmo nome.

Em 2018, realizou importante exposição no “Dia Internacional da Mulher”, com uma coleção inédita de quadros e a Andrade recebeu o prêmio “Focus Award Orlando 2018” na categoria artes visuais.

Atualmente, Jacqueline está cursando a faculdade de administração na Ana G. Méndez University System e pinta sua coleção intitulada “The Selection”, pinturas que retratam os grandes ícones do futebol brasileiro.

Brazilian Day Orlando Festival acontece na Primavera
Para evitar o alto verão e possíveis furacões, os organizadores do evento escolheram 19 de maio para realização do BDO de 2019

O jornalista e criador do Brazilian Day Orlando, Paulo Corrêa, promete muitas novidades para a sétima edição do maior evento da região da Flórida Central. “Conseguimos o respeito da comunidade, dos nossos empresários e o reconhecimento das autoridades americanas do Condado Orange e da cidade de Orlando que emitiram o “Proclamation Day”, documento que celebra o Dia Oficial do Evento BDO, em Orlando”. Ainda, de acordo com o organizador, ele garante que agora o evento está pronto para um crescimento natural. Apesar de estilos diferentes, o BDO segue os passos do “irmão mais velho”, o Brazilian Day de New York, graças a novas parcerias.

Corrêa se refere às novidades, pelos vários acordos já assinados para apresentar novidades na edição de 2019. A mudança da data para não correr riscos de furacões, chuvas torrenciais e o forte calor foi providencial. O BDO foi transferido de setembro para o primeiro semestre, e a nova data já está marcada: 19 de maio, domingo, do meio dia às 20 horas, no mesmo local, Lake Eola Park, Downtown Orlando.

A novidade para este ano é o contrato de Patrocinador Master assinado com a Gol Linhas Aéreas, leia-se José Carlos Frandji que possibilitará a participação de vários artistas renomados vindos do Brasil; e a entrada do ator e diretor Rafael Almeida, que irá cuidar da direção artística este ano.

Rafael, que hoje é responsável pela direção artística de videoclipes, filmes e eventos, promete trazer nomes de peso da música e da dramaturgia do Brasil, artistas que têm milhões de seguidores nas redes sociais. Rafael reside em Orlando e é proprietário da empresa Bmouse com os sócios Tom Gonçalves e Alexandre Pimentel, novos parceiros do evento.

“Os nomes dos cantores e artistas em geral -que irão participar na edição de 2019- serão anunciados em breve, mas garanto que serão nomes impactantes e que trarão grande visibilidade para os próximos eventos do BDO”, afirma Rafael Almeida.

Serviços: Local: Lake Eola (Downtown Orlando) Dia: 19 de maio (domingo) Hora: do meio dia às 20 horas

Foto Legenda:  Rafael Almeida, José Carlos Frandji e Paulo Corrêa
PRESS AWARDS passa a ser da ABI-Internacional

Desde janeiro, todos os prêmios da Abi-inter (Associação Brasileira de Imprensa Internacional) passam a se chamar Press Awards. A ABI-Inter dá mais um passo para valorizar o trabalho e a contribuição de seus associados e profissionais ligados à imprensa brasileira que atuam no Exterior..

As recentes mudanças ocorrem para atender a nova estratégia de marketing dos eventos e premiações Focus Brasil. O jornalista e produtor Carlos Borges, CEO da Fundação FOCUS BRASIL, passou a usar somente o nome Focus Brasil em seus eventos: em Fort Lauderdale, Orlando, Boston, Tóquio, Milão, Londres e Las Vegas.

Assim, a atual diretoria da ABI-Inter, liderada pelo seu presidente, Marco Alevato, negociou com Carlos Borges, os direitos do uso da imagem da marca que leva o símbolo do “jornaleiro” e o nome “Press Awards”.

O logo “Newspaper Boy” foi criado pelo artista plástico baiano Romero Luiz e; a base de madeira é feita pelo artesão mineiro Arthur Moreira. O prêmio de Mídia Comunitária da ABI-Inter que era de repercussão nacional e tinha a entrega de troféus realizada, uma vez ao ano, em Fort Lauderdale, Fl. De agora em diante, estas premiações serão feitas nas mesmas praças onde são realizados os eventos Focus Brasil.

O lançamento da expansão da premiação da ABI-Inter “Press Awards” acontecerá em Boston, MA, no dia 12 de junho de 2019, abrindo a semana de eventos do Focus Brasil desta região.

Para o presidente Marco Alevato, a ABI-Inter tem tudo para ser uma organização sem fronteiras. “Vamos valorizar ainda mais os profissionais de mídia comunitária e perpetuar o “Newspaper Boy”, tão bem utilizado nos troféus do PRESS AWARD.

“A Fundação FOCUS BRASIL seguirá colaborando, na medida em que haja, recursos disponíveis em cada praça, para a realização das premiações, realizações de painéis e reuniões da ABI-Inter.”, afirma Carlos Borges, um dos idealizadores, fundadores e membro atuante da ABI-Inter.

A nova diretoria da ABI-Inter, eleita para o biênio 2018/2020, está empenhada em incrementar novas ações e parcerias para um novo tempo. Também acaba de lançar uma campanha de recadastramento dos membros da entidade. A partir de fevereiro 2019, será enviado um formulário via e-mail para atualização de dados cadastrais de todos os membros ativos. O processo vai acontecer on-line. O link para efetuar pagamentos da filiação será disponibilizado, brevemente, pela ABI Inter. Para saber mais sobre a entidade, favor visitar o site abiinter.org.