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Investimentos pessoais e aposentadoria

Jean Chamon

Estamos na contagem regressiva para o término de mais um ano, sendo o segundo ano de muitas mudanças e aprendizados na vida de todos nós. Nos projetos de final de ano sempre preparamos a tradicional lista de objetivos para o ano seguinte! Como forma de pensarmos um pouco mais adiante gostaria de trazer um tema que focará em um horizonte mais distante. Nesse mês trataremos da temática dos investimentos e de como se preparar para a aposentadoria.

Atualmente, os planos de aposentadoria e previdência públicos se encontram cada vez mais escassos em um cenário em que a expectativa de vida do ser humano aumenta de forma constante, os investimentos e finanças pessoais nunca estiveram tão em voga como forma de proporcionar aposentadoria e ganhos passivos para os investidores.

De forma geral, as pessoas possuem diferentes perfis, necessidades e objetivos quando se trata de investimentos. Alguns perfis investem para o pagamento de despesas e investimentos futuros como uma casa ou universidade ou até na tão almejada aposentadoria. Entretanto, todos eles devem mensurar um horizonte e a forma como atravessar esse período independente de qual o objetivo escolhido.

Antes que se possa trabalhar as questões envolvidas nos investimentos a longo prazo é fundamental preparar suas finanças atuais tendo em vista efetuar levantamento do quanto é possível poupar mensalmente. Manter as finanças pessoais em ordem também é algo primordial antes de se pensar em investimentos futuros. O primeiro passo na preparação de um portfólio de investimentos, deve ser focar em um compreensivo processo de planejamento financeiro analisando de que forma e como alcançar os objetivos traçados.

De forma clara a estratégia de investimento é a forma de pensamento que formatará como você selecionara seu portfólio de investimentos. As melhores estratégias devem auxiliá-lo a atender seus objetivos de médio e longo prazo e ampliar seu patrimônio e riqueza mantendo o nível de risco escolhido.

Certamente a estratégia escolhida influenciará os tipos de investimentos, sua abordagem e postura na compra e venda desses ativos financeiros no futuro. 

Especialistas na área delimitam perguntas diretas de forma a definir perfis e tipos de abordagem como por exemplo:

  • Quais são os seus objetivos?
  • Em quantos anos você pretende se aposentar?
  • Como você se sente em relação a correr riscos?
  • Você tem alguma noção da quantidade em valor que você pretende investir no mercado de ações, títulos ou outros investimentos alternativos?

Alguns pontos chave são importantes para a definição das estratégias:

  • A melhor definição de estratégias de investimento é aquela que aumenta o potencial de ganho nos investimentos com a menor exposição a risco possível.
  • A estratégia vai variar de acordo com os objetivos, prazos, aceitação a riscos e a forma em que o investidor quer estar envolvido na gestão desses investimentos.
  • Muitos investidores combinam diversos tipos de estratégia para personalizar seus investimentos em busca do atendimento das suas necessidades em cada situação. 

Outra questão a se observar é a educação financeira como peça-chave para qualquer investimento e preparação de aposentadoria. A definição de aposentadoria e perfis se dá de forma equilibrada em busca de uma perenidade nos investimentos e geração de renda passiva futura. O norte-americano habitualmente investe no mercado de ações de forma constante em diversos tipos de formatos de corretagem disponíveis no mercado. Para qualquer ação é fundamental buscar um professional certificado em investimentos e finanças que poderá orientá-lo na jornada em maximizar seus investimentos e gerar renda e riqueza. Nos vemos em 2021! Saúde e paz para todos! Positividade sempre! Forte abraço!

Para saber mais acesse:

Benson, A., Lam-Balfour, T., (2021). Investment Strategies for New Investors (online). https://www.nerdwallet.com/article/investing/investment-strategies 

Rapacon, S., Schmidt, J., (2021). 7 Tips for Long-Term Investing (online). https://www.forbes.com/advisor/investing/tips-for-long-term-investing/

O novo mapa do empreendedorismo na América

Ilton Caldeira

O empreendedorismo sempre esteve presente na vida americana e ganhou ainda mais impulso em 1953 com o Small Business Act, a legislação que passou a regulamentar a forma como enquadrar as pequenas empresas do país. 

Amparada nessa base legal foi formulada a criação da Small Business Administration, a agência federal que possui a incumbência de treinar, preparar, dar suporte e qualificar os pequenos empreendedores dos Estados Unidos para que possam prosperar.

Desde que essas iniciativas federais surgiram, houve muita evolução na forma e nas técnicas de business desenvolvidas por quem deseja empreender. Mais recentemente, a pandemia deu um maior impulso para novas formas de desenvolver um negócio próprio.

Basicamente, o isolamento e o trabalho remoto fizeram com que muitas pessoas refletissem sobre seus objetivos de vida e o que vislumbravam profissionalmente. Os números ajudam a analisar os resultados. De acordo com dados do U.S. Census Bureau, entre 2019 e 2020, o lançamento de novos aplicativos de negócios cresceram 24%.

A tecnologia, é fato, foi e tem sido um grande impulsionador desse desenvolvimento e possibilitou uma maior diversificação de novas empreitadas nas mais variadas áreas dos Estados Unidos. Para muitos empresários iniciantes, a viabilidade de um negócio está atrelada a regiões que ofereçam boa estrutura de telecomunicação, um custo de vida mais baixo, sem abrir mão de qualidade de vida.

De acordo com dados de uma pesquisa elaborada pelo LinkedIn, a Flórida tem se destacado na atração de empreendedores. Entre as dez regiões metropolitanas que mais se beneficiaram com os novos ventos, as três primeiras estão no Sunshine State: Orlando; Miami-Fort Lauderdale e Tampa Bay.

Mas além dos centros metropolitanos, muitos trabalhadores e donos de pequenos negócios, aproveitaram a pandemia para explorar novas oportunidades em cidades mais acessíveis ou ficar mais perto da natureza. Muitos estão optando por se estabelecer e lançar um negócio em home office em cidades como Greenville, na Carolina do Sul; Colorado Springs, no Colorado; ou Louisville, no Kentucky. Essas regiões, segundo a pesquisa do LinkedIn, lideram a lista de cidades menores e de mais rápido crescimento para empresas iniciantes.

O relatório State of Entrepreneurship do LinkedIn oferece também um retrato de quem são esses novos empreendedores. Já faz tempo que as mulheres aparecem com destaque, liderando e lançando novos negócios em um ritmo mais acelerado do que os homens. A pandemia não diminuiu isso. 

Em 2019, as iniciativas pertencentes a mulheres cresceram 27% quando comparado ao ano anterior. Em 2020, as empresas fundadas por mulheres cresceram outros 27%. Já os business iniciados por homens cresceram 17% no ano mais desafiador da Covid-19. 

O crescimento dos negócios liderados por mulheres pode ser explicado em grande parte pelo fato de que à medida que as escolas permaneceram fechadas, e as opções de creches encolheram consideravelmente, um número recorde de mães se viram forçadas a abandonar seus empregos e se reinventarem. A saída encontrada para seguirem com a geração de renda foi soltar a ambição empresarial e amadurecer o lado empreendedor.

Mas independente do cenário econômico, ou do gênero dos novos empresários, escolher o segmento que tenha a ver com a vocação e as aspirações do candidato a empreendedor, a cidade certa e o momento apropriado para o lançamento continuam sendo regras de ouro no mundo dos negócios.

*Ilton Caldeira

Jornalista com mais de 30 anos de experiência em Economia, Política e Relações Internacionais. Membro fundador do Valor Econômico, principal jornal brasileiro de Economia e Negócios. Foi Editor de Economia do Portal iG e Diretor de Comunicação no Governo de SP (Secretaria de Planejamento). 

Recebeu os prêmios: BM&F BOVESPA de Jornalismo (2001), Selo Animec (2002), ambos em reconhecimento a coberturas jornalísticas sobre o mercado de ações no Brasil. Em 2012 recebeu o Citi Journalistic Excellence Award, programa da Universidade Columbia em Nova York, que reconhece os melhores jornalistas de Economia no mundo. 

É especialista em Relações Internacionais pela (FGV-SP) e colunista de opinião do site O Especialista, plataforma de conteúdo jornalístico que pertence ao Banco Safra. 

Nos Estados Unidos é fundador da consultoria Go Mind Company:

www.gomindcompany.cominfo@gomindcompany.com

É diretor de Comunicação da Dell’Ome Law Firm:

dellvirlaw.cominfo@dellvirlaw.com

ART BASEL MIAMI BEACH

Nereide Santa Rosa

 A História da Arte deve ser contada passo a passo, em diferentes culturas e múltiplos espaços, através de diferentes sistemas de representação e linguagens. Os signos não-verbais de cada cultura em cada tempo podem modificar-se, mas há uma universalidade que permeia todos eles, seja o signo gestual, o sonoro , o linguístico, o imagético ou o corporal: se trata de uma forma de comunicação humana, a qual se transforma e se forma pelos valores culturais e estéticos de cada tempo, cujas rupturas e aquisições constroem o patrimônio natural e o construído. Conhecer Arte, nesse contexto, é propiciar a conscientização e a fruição sobre esse patrimônio. 

Desde o paleolítico até a contemporaneidade as artes visuais, cênicas e musicais estabelecem relações atemporais, mostrando influências que se relacionaram ao longo do tempo, fatos complementares, histórias 

curiosas, artistas mulheres, os artistas que quebraram barreiras, romperam técnicas e estabeleceram novas relações artísticas, porém, sem dúvida, fica claro que existiram muitos anônimos que não tiveram a oportunidade de se tornar famosos, mas contribuíram para o seu tempo. 


Divulgação Art Basel Miami Beach

Por muito tempo a Arte foi meio, não valorizada por si mesma, com um fim utilitário para seu grupo, num viés místico, ritualístico, xamanístico, com forte conotação social. Decorreu para a função naturalista cujo conteúdo da obra se tornou o principal referencial. E finalmente adquiriu um caráter formalista, quando o signo define o seu significado, à partir da experiência estética, que propicia o conhecimento. No ensino da Arte, busca-se o saber na estruturação dos códigos em múltiplas dimensões, seja os elementos da composição do produto, seja seu contexto histórico, político, social. 


Divulgação ART Basel Miami Beach 

Neste final de 2021, mais uma vez acontece a Art Basel Miami Beach uma feira de galerias de arte vinda de 35 países, inclusive do Brasil, com obras de mais de 4000 artistas no Centro de Convenções de Miami Beach. 

Trata-se de uma feira inspirada na Art Basel original, fundada em Basel, Suíça em 1970, sendo que a edição de Miami Beach é um evento anual que aocntece no início de dezembro desde 2002. A ideia de um trio de galeristas suíços, Ernst Beyeler, Trudi Bruckner e Balz Hilt, fez com se reunissem artistas que representavam, bem como colecionadores, curadores e críticos de todo o mundo para a primeira Art Basel na Suíça. Sua proposta foi um sucesso e mais de 16.000 pessoas compareceram à primeira feira. 


Divulgação ART Basel Miami Beach 

Miami foi selecionada como um destino irmão ideal com sua posição única entre a América do Norte e América do Sul. Com o passar dos anos, com a benção da Art Basel, Miami se tornou um destino de arte próspero o ano todo, com uma cena vibrante de galerias, museus de última geração e arte de rua de classe mundial. 

Uma terceira edição do Art Basel foi lançada em Hong Kong em 2012. A cidade fica simbolicamente no cruzamento da cultura oriental com a ocidental. Art Basel Cities é uma nova iniciativa lançada em setembro de 2018 em Buenos Aires, Argentina. A Art Basel Cities traz a feira de arte a uma cidade internacional diferente a cada ano. 

A Art Basel Miami Beach acontece entre 2 e 4 de dezembro, porem a arte em Miami pode ser apreciada em multiplos locais. 

Os principais museus de arte de Miami exibem suas exposições mais impressionantes do ano durante a Miami Art Week. Uma visita ao Pérez Art Museum Miami (PAMM) com vista para a Baía de Biscayne dentro de seu edifício histórico projetado pelos arquitetos vencedores do Prêmio Pritzker, Herzog e de Meuron, é obrigatória. 

Além disso, não deixe de visitar o Institute of Contemporary Art de Miami, Wolfsonian-FIU, o The Patricia e Phillip Frost Art Museum-FIU e o Lowe Art Museum da Universidade de Miami para exibições especiais durante o mês de dezembro. 

Miami também abriga algumas das coleções particulares de arte mais impressionantes do mundo. A cidade inteira se transforma em uma tela para instalações efêmeras e acontecimentos artísticos. Faça um passeio por South Beach, Midtown, Wynwood ou Downtown para apreciar as visitas. 

E para encerrar, pessoalmente, quero desejar aos meus leitores e à equipe do JornalBB meus votos de um Feliz Natal e Feliz 2022, com muita saúde e conquistas. 

GENTILEZA ATRAI… GENTILEZA!

Eliana Barbosa

Você já se deu conta do quanto fica satisfeito quando alguém é gentil com você e como isso lhe causa uma sensação de que é importante e tem valor? 

Aí eu lhe pergunto: Se é tão bom pra você ser bem tratado, por que você deixa passar tantas oportunidades de ser gentil com os outros? 

Veja aqui, então, 8 dicas para que a gentileza faça parte do seu dia-a-dia: 

  • Se você quer ser apreciado e respeitado, você precisa dar o exemplo. Muita gente passa a vida sozinha porque acha que para oferecer alguma coisa – afeto, respeito, dinheiro, amizade, etc… –  é preciso receber primeiro. Grande engano! 
  • Procure ter pensamentos e sentimentos de gratidão, que são excelentes ferramentas para suavizar suas expressões e deixá-lo mais aberto ao sorriso, que é o que mais cativa os outros. 
  • Fique de olho nas oportunidades sinceras de elogiar as pessoas ao seu redor, criando em torno de vocês um clima amistoso e agradável. 
  • No trânsito, pare de cobrar gentileza dos outros, sendo você mesmo o modelo de cordialidade e paciência. 
  • Nas filas – de banco, supermercado, postos de saúde, onde for -, ao invés de ficar com cara feia e reclamando de tudo, procure motivos para uma conversa amena; comente, por exemplo, sobre o quanto é bom ter ar condicionado naquele ambiente, como é confortável poder aguardar o atendimento sentado, algo que faça com que as pessoas à sua volta se sintam melhor. 
  • Se for visitar alguém em um hospital, nada de negatividades e nem comente como a pessoa emagreceu ou está pálida.  Entenda que aquela pessoa que está passando por provações e medo precisa de otimismo, de fé e força e, então, seja um  mensageiro de esperança.   
  • Por onde andar seja cordial com as pessoas – abra um sorriso e movimente a cabeça em um cumprimento. Já pensou quantas energias benfazejas irão retornar pra você? 
  • E, no final do seu dia, faça uma autoavaliação: Hoje, como ficaram as pessoas  depois de conversar comigo – mais alegres e otimistas, ou rancorosas e preocupadas? Essa resposta vai lhe dizer se você é uma pessoa comprometida com o bem, e se for, certamente já está atraindo para sua vida indivíduos que, como você, são dedicados a fazer deste mundo um lugar melhor para se viver!  

Pense nisso com carinho!

(Eliana Barbosa é psicoterapeuta, life coach, autora de vários livros no campo do autodesenvolvimento e palestrante motivacional – https://linktr.ee/elianabarbosapsicoterapeuta )

Geração Z e a satisfação no ambiente de trabalho

Jean Chamon

A o longo do tempo a população humana cresce e se expande. Para os estudos comportamentais e sociais usa-se o termo Geração para classificar e descrever um grupo de pessoas com idades similares em um período influenciados pelas mesmas circunstâncias sociais. Estudos apontam que os indivíduos que vêm da mesma geração têm um modo de pensar parecido em consequência de viver as mesmas experiências econômicas, culturais e políticas.

Essas similaridades do modo de pensar influenciam diferentemente as atitudes e comportamentos de cada geração. Concomitantemente, no mundo do trabalho, três gerações estão tendo que trabalhar juntas, sendo elas os “Baby Boomers” (nascidos depois da Segunda Guerra Mundial), geração “X” (1965-1976) e geração “Y” (1977-2000). Atualmente, a Geração “Z”, (nascidos a partir dos anos 2000, alguns estudos incluem os que nasceram após 1995) começa a se juntar ao mercado de trabalho.

O século XX apresentou novos desafios como o aumento em mais de trinta anos de expectativa de vida, estimando que em 2050, 22% da população terá mais de 60 anos. As inovações tecnológicas cada vez mais rápidas bem como a visão de autodesenvolvimento do ser humano para lidar com essa nova realidade. 

A geração “Z” é conhecida como um grupo de pessoas que nasceram em um mundo digital na qual as tecnologias têm um grande impacto nas atividades humanas estando a tecnologia intrínseca em suas personalidades. Alguns estudos descrevem essa geração como conectada, comunicativa, centrada em conteúdo, computadorizada, orientada pela comunidade, e como a geração de mudanças, também chamada geração “C”. 

Outra característica é a presença constante de criatividade e inovação com acesso a informações ilimitadas. Com tantos estímulos e acesso ilimitável à informação, a geração “Z” tende a ser mais focada a tarefas, a ter muitas opções de escolha, ser mais educada e sofisticada, também gosta de prestar sua opinião com sinceridade. Tem uma excelente habilidade de absorver informação e de realizar diferentes tarefas e ser mais produtiva. No entanto, a geração também tem a tendência a mudar facilmente algo, quando não está gostando, ou seja, acaba tendo dificuldade de comprometimento com uma organização. 

De outra forma, pesquisa realizada em 2021 pela CCB (Carson College of Business) com mais de 1000 trabalhadores da geração “Z” indicaram que:  

• Eles se preocupam muito com sua carreira. Eles são preocupados com o crescimento na carreira, têm altas ambições, mas exigem um ambiente estimulador e querem ser reconhecidos por seu trabalho. 

• Eles estão preparados para voltar aos escritórios – A maioria da Geração “Z” já nasceu com as telas e tecnologias em suas mãos. Porém com a pandemia, eles estão apresentando alguns prejuízos a saúde mental pelo trabalho remoto. Comparados as gerações mais antigas, a geração “Z” tem mais chances de ser impactados pelas distrações, alteração de foco e desbalanceamento entre trabalho e qualidade de vida que o trabalho remoto tem gerado. 

• O valor organizacional importa – 83% dos entrevistados relataram que querem trabalhar em uma empresa onde possam impactar e contribuir positivamente para o mundo. E 75% relataram que eles valorizam um equilíbrio saudável entre trabalho e vida. 

• Eles são preparados e prontos para o trabalho. Eles trazem habilidades técnicas e criatividade para o ambiente de trabalho. Eles são tecnologicamente hábeis, são mais criativos e desenvolveram maiores habilidades de ciências, matemática e tecnologia. 

• Eles são otimistas em relação ao futuro – 68% dos entrevistados estão otimistas em relação ao futuro mesmo após a pandemia. Se os empregadores forem leais com os funcionários, trabalharem para a reputação de suas marcas e ajudá-los a desenvolver seus talentos eles alcançarão uma melhor performance. 

Segundo a mesma pesquisa do CCB  para que os líderes empresariais consigam atrair e reter os talentos da geração “Z”, é importante reconhecer os valores e as expectativas dessa geração. Segue um resumo das suas principais expectativas: 

• Desejo de fazer um impacto positivo 

no mundo (83%).

• Ter uma ambição e altas perspectivas (79%).

• Equilíbrio saudável entre trabalho 

e qualidade de vida (75%).

• O desejo de trabalhar em uma empresa cujos valores estão alinhados com os seus (70%).

• Gratificação pelo trabalho bem desenvolvido (63%).

• Poder ser promovido rapidamente (63%).

É preciso estar atento a essas transformações, pois inclusive já estão alterando o ambiente de trabalho, considerando que os “Baby Boomers” estão se aposentando e a demanda pela geração “Z” vai aumentar consideravelmente. As empresas precisam elaborar estratégias para entregar o que a Geração “Z” espera e trazer o melhor deles para o mundo do trabalho. 

A geração “Z” se motiva com trabalho significativo querendo influenciar tudo o que fazem. Gostam de fazer escolhas e de se expressarem. Tem atitudes mais leves e descontraídas. Assim sendo, conhecendo as características nessa nova geração, as empresas e os líderes podem inserir mudanças em sua cultura organizacional para que esses novos entrantes no mercado de trabalho performem em todo seu potencial, e uma vez que eles estão satisfeitos e motivados, as empresas conseguirão uma retenção maior desses profissionais. 

Positividade Sempre! Forte abraço.

Qualidade de vida é pauta na Flórida

Nereide Santa Rosa

Conheça essa brasileira que está se tornando uma referencia no tema tão necessário e atual sobre aquecimento global e melhoria da qualidade de vida. Patricia Fraga, moradora na Flórida, é mãe de 5 filhos, arquiteta e urbanista, escritora, palestrante internacional, professora, PhD em arquitetura e possui PhD (ABD) em Educação. Fundadora e Chief Happiness Officer na Abayomi LLC, diretora executiva na Abayomi Academy e presidente da Planeta Etica Inc, tem experiência multidisciplinar e intercultural, navegando na Engenharia, Construção, Tecnologia, Educação, Educação a Distância, Cidades Inteligentes, Sustentabilidade, Promoção da Felicidade, Pesquisa e Inteligência, entre outras. 

Nereide: Conte para nossos leitores sobre seu percurso profissional e como foi a sua opção de vir morar na Flórida? 

Patricia: Desde criança, eu já demonstrava interesse pelos temas relacionados ao urbanismo e à arquitetura. Me lembro que, aos 11 anos, desenhei uma “cidade ideal” e, ao entrar na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFBA, anos mais tarde, descobri que havia desenhado uma “cidade-jardim”. Também sempre fui muito inquieta em relação a conhecer o mundo, outros idiomas e outras culturas. Estudei inglês, francês, espanhol, catalão e japonês, dança afro, flamenco, ballet e capoeira. Na adolescência, participei de grupos de acolhida a estudantes de intercâmbio que chegavam na Bahia. Recebemos uma estudante da Costa Rica que passou a ser minha irmã, mais tarde minha comadre e vive em Maryland. Nunca fui apenas arquiteta e urbanista. Meu sangue estava ligado à educação. Com pais educadores, fiz meus estudos na faculdade de arquitetura e minha prática na faculdade de educação. Participei do programa pioneiro em Educação a Distância no Brasil, pela Faculdade de Educação da UFBA em 1990. Ao concluir o curso, queria morar em outro país, viver uma experiência internacional e fui aceita no Doutorado na Universidade Politécnica de Catalunha, aos 21 anos e me mudei para Barcelona. Um ano depois de me mudar, meu irmão mais velho faleceu, decidi voltar para Salvador e fiquei na ponte-aérea por mais 2 anos. Ainda realizando o doutorado, comecei a dar aulas em cursos de pós-graduação, depois entrei para a universidade e segui a carreira acadêmica com docência e pesquisa em diferentes universidades no Brasil e no exterior, paralelamente à carreira de consultoria nos temas de ambientes, educação e tecnologia. Em 2014 nos mudamos para Maryland com o objetivo de dar uma oportunidade para os filhos de viver outra cultura e aprender o inglês. O que seria temporário já leva mais de 7 anos e virou permanente. Em 2018 nos mudamos para a Flórida pelas oportunidades de trabalho, para ficar mais perto do Brasil e fugir do frio. Continuo trabalhando com arquitetura, urbanismo, tecnologia e educação através da Abayomi LLC e da Abayomi Academy em contato com profissionais dos quatro cantos do planeta.

Patricia Fraga

Nereide: Sobre seus projetos literários que envolvem sua família, como foi esse processo de descoberta sobre ser arquiteta, escritora e produtora? 

Patricia: Meus pais, Nívea Rocha e Fernando Floriano Rocha, eram escritores e herdei deles essa paixão. Meu pai escreveu seu primeiro livro técnico quando tinha 19 anos e ainda estava entrando na universidade. Eles sempre foram minha inspiração e principais apoiadores. Eu gostava de escrever contos e poesias, mas só fui começar a publicar depois de concluir a faculdade. Comecei publicando textos para o jornal A Tarde de Salvador sobre Educação Ambiental e Urbanismo, há mais de 25 anos. Publiquei diversos artigos científicos em português e alguns em inglês e artigos para livros também. A parceria com meus pais me levou a me inserir ainda mais nesse meio. Eu gostava de saber o que estavam fazendo, aprender e contribuir. Colaborei nos 17 livros da coleção “Educação, Desenvolvimento Humano e Responsabilidade Social: fazendo recortes na muldisciplinaridade”, realizada por minha mãe ao longo de 15 anos. Ela também foi a responsável por inserir meus filhos nessa jornada de autores. Foi com ela que eles começaram a escrever o “Planeta Ética” entre 3-11 anos de idade. E não pararam mais. Acredito que o incentivo e o exemplo da família contribui para despertar o amor pela leitura e pela escrita, como outras habilidades também.

Nereide: Conte sobre a Abayomi e sua proposta sobre Cidades Inteligentes.

Patricia: Meus interesses na arquitetura e no urbanismo eram voltados para a sustentabilidade e o bem estar, desde criança, quando desenhei a tal “cidades-jardim”. As pesquisas na área da tecnologia e da construção despertaram o interesse pelo estudo das Cidades Inteligentes. Mas o fato de ser denominada “inteligente” e focar exclusivamente em tecnologia, me incomodava. Em 2014, logo após me mudar para os Estados Unidos, comecei a estudar as Cidades Felizes e desenvolver uma análise crítica sobre estes conceitos. Em 2018 tive a oportunidade de apresentar minhas ideias na Assembléia de Cidades Inteligentes na Georgetown University, com a proposta de evolução do conceito de Cidades Inteligentes para Cidades Inteligentes e Felizes e esse foi o começo do que hoje é a Abayomi – uma empresa de consultoria voltada à promoção de ambientes que além de fazerem o uso mais inteligente dos recursos disponíveis, ajudam a promover a felicidade das pessoas. A Metodologia Abayomi foi desenvolvida a partir de anos de estudos e discussões com uma equipe de profissionais multidisciplinares, a maioria brasileiros, e “costurada” juntamente com meu amigo e colega arquiteto, Arnaldo Lyrio, do Rio de Janeiro. Nessa metodologia, a análise dos ambientes envolve não somente a parte física do espaço, mas é complementada com proposta de gestão inovadora, de comunicação, de relações humanas e de saúde e bem estar. Após a pandemia, a discussão sobre promoção da felicidade a partir dos ambientes tem se intensificado ainda mais. As pessoas não querem apenas morar em uma casa legal ou ter um trabalho que pague bem. Elas querem ser felizes nas suas casas e nos seus trabalhos. E a Abayomi ajuda a conquistar esse ambiente. Por ser um tema muito novo e haver uma demanda muito grande por educação, surgiu a Abayomi Academy, uma associação de membros sem fins lucrativos com o objetivo de cuidar da parte educacional e de pesquisa relacionadas a essas temáticas. Entre as atividades que a associação oferece, temos a revista SHE – Smart & Happy Environment, que reveza publicação em português e inglês e o blog disponível para os associados, com matérias e contribuições de profissionais internacionais multidisciplinares. Cursos de certificação nos temas também são oferecidos para membros, profissionais em geral e empresas.

Nereide: Quais as próximas atividades que vocês vão realizar? 

Patricia: Em novembro, a Abayomi Academy estará realizando o II Smart Cities, Happy Citizens World Summit 2021, online, promovido em parceria com o Instituto Happiness do Brasil (São Paulo), com o intuito de inspirar profissionais para esse novo mundo pós-pandemia. Teremos palestrantes de diversos países do mundo trazendo suas experiências e conhecimento. O evento acontece em português e inglês. Workshops presenciais estão sendo planejados para São Paulo e Salvador para novembro e outras atividades para 2022, incluindo países da Europa e Ásia no roteiro. A Abayomi está formalizando parcerias com investidores e empresários para a criação de novos empreendimentos no Brasil e nos Estados Unidos que já vão nascer baseados no conceito de ambientes inteligentes e felizes. 2022 promete ser um ano de muito trabalho, conexões e realizações.

Violência Doméstica nos EUA

Anna Alves-Lazaro

A violência doméstica é um crime com violência ou abuso em ambiente doméstico, como em coabitação ou casamento. Frequentemente usada como sinônimo de violência por parceiro íntimo, que envolve um cônjuge ou parceiro íntimo. Porém, pode acontecer a qualquer pessoa de qualquer idade e pode ocorrer tanto em relações heterossexuais como em relações homossexuais. A violência doméstica também pode incluir violência contra crianças, pais ou idosos e pode assumir várias formas, incluindo abuso físico, verbal, emocional e sexual.

O agressor geralmente acredita que o abuso é um direito, aceitável, justificado ou improvável de ser denunciado. As vítimas, muitas vezes, sentem-se presas pelo agressor em situações de violência doméstica por meio do isolamento da família e amigos, falta de dinheiro, medo, vergonha, aceitação cultural, poder e controle.  As vítimas podem desenvolver deficiências físicas e problemas crônicos de saúde, bem como distúrbios psicológicos graves.

Nos Estados Unidos, cerca de 10 milhões de pessoas sofrem violência doméstica todos os anos. De acordo com a Coalizão Nacional contra a Violência Doméstica, cerca de 20 pessoas por minuto são abusadas fisicamente por um parceiro íntimo. Cerca de 1 em cada 4 mulheres e 1 em 9 homens experimentam violência física grave pelo parceiro íntimo, violência sexual e / ou perseguição do parceiro com lesão, PTSD, contração de DST, etc.

Se você ou alguém que você conhece é vítima de violência doméstica, vários recursos estão disponíveis para ajudar.  

Ligue para a Linha Direta Nacional de Violência Doméstica em 1-800-799-SAFE (7233). Em Orlando, Flórida a  Hope & Justice Foundation atende vítimas de violência doméstica através de equipe multidisciplinar com profissionais licenciados na área de aconselhamento, saúde e jurídica. Além de oferecer Programas de suporte às vítimas.

Entre em contato com a Hope & Justice Foundation através do e-mail: contact@hopeandjusticefoundation.org e conheça os serviços e programas oferecidos. 

Quebre o silêncio, busque ajuda! 

8 dicas poderosas para lidar com a “montanha russa” da vida

Eliana Barbosa

Na vida, uma hora a gente ganha, em outra a gente perde. Normal. Porém, a forma como encaramos cada etapa é que faz a diferença.

Por isso, compartilho aqui como você pode lidar com os naturais altos e baixos da vida:

1. Sem dramas

Nada de se ‘descabelar’ diante das crises. Nesses momentos, ter autocontrole vai lhe trazer clareza para encontrar a melhor solução. 

2. Plano B

Em seu cotidiano, seja sempre otimista, esperando o melhor, mas também realista, preparando-se para o pior (caso aconteça). Ou seja, tenha sempre um Plano B, para cada área de sua vida. 

3. Ganhos e perdas

Entenda que mudar faz parte do jogo da vida, e se você não decidir mudar por conta própria, acabará mudado pelas circunstâncias. Então, prepare-se para os ganhos e as perdas inerentes às mudanças. Quanto maior o preparo, menores as frustrações!

4. Chega de usar “mas…”

Para vencer nesse jogo, é preciso que você dê um basta às desculpas que o impedem de agir. Pare de ficar dizendo: “… mas isso é difícil!”, “…mas não vou conseguir!”, “…mas ele não me valoriza!”

5. Mude suas perguntas

Ao invés de ficar se perguntando “Por que isso aconteceu comigo?…”, “E se eu tivesse sido mais amado?”…, saia do passado – que você não pode mudar -, e mire-se no futuro: “O que eu posso fazer para isso não acontecer mais?” ou “Como posso expressar meu amor por mim mesmo?”

6. Gratidão

Em tempos de ventura, agradeça e desfrute das bênçãos. Em tempos de crise, coloque foco naquilo que, apesar de tudo, ainda está bem em sua vida, valorize cada acontecimento e seja grato! Tudo passa mais rápido quando você para de reclamar do que falta e começa a agradecer por tudo que tem. 

7. Perdão

Para se libertar de uma fase ruim e caminhar para tempos felizes, disponha-se a perdoar – a si mesmo por escolhas erradas e àqueles que o feriram ao longo da vida. Lembre-se: o perdão faz tão bem para a sua saúde que, mais do que um ato de misericórdia, é um ato de inteligência e de amor-próprio!

8. Pense no benefício 

No jogo da vida é preciso saber perder com dignidade e positividade, encarando cada problema como a semente de um grande benefício. Dias melhores virão, com certeza!

A importância do planejamento financeiro

Ilton Caldeira

Você já deve ter ouvido falar que ter um planejamento financeiro é algo extremamente importante para a vida em suas mais diferentes fases.

Quando o assunto é viver no exterior, seja em que país for, esse planejamento ganha um peso ainda mais relevante e fundamental. Se para realizar uma mudança de endereço em um mesmo bairro, na mesma vizinhança já conhecida planejar é necessário, imagine para  realizar uma transição de vida para um outro país.

Para minimizar surpresas negativas, o planejamento de um modo geral é extremamente importante. Isso vale para quem vai trabalhar, estudar ou desenvolver negócios em outra parte do mundo.

Informe-se sobre os custos como moradia, alimentação, transporte e seguro de saúde para viver na cidade escolhida. Tenha recursos para se manter por alguns meses até estabilizar sua vida no novo país. 

Reserve dinheiro para qualquer emergência e garanta tranquilidade durante o período de transição. Procure conhecer as regras fiscais federais e locais antes de começar uma nova vida. Isso pode te poupar tempo, dinheiro e dor-de-cabeça

Quando se pensa sobre a necessidade de ter uma reserva monetária e adequar os gastos, significa que ter um planejamento financeiro é viver dentro do seu orçamento. Não adianta pensar em viver o hoje, e quando o amanhã chegar ter a percepção de que a realização de alguns projetos ficaram comprometidos por lacunas na execução do fluxo do orçamento.

É sempre importante ter em mente que colocar em prática um planejamento financeiro e a construção de uma reserva não significa não consumir, mas consumir com consciência ou adiar algum tipo de consumo para um momento mais favorável no futuro. Assim pode ser possível construir um colchão de segurança que permitirá a aquisição de bens e serviços em melhores condições para negociar preços.

Em um país como os Estados Unidos, com cenário econômico um pouco mais estável e até certo ponto mais previsível, essa disciplina e planejamento financeiro fazem ainda mais sentido seja para quem já vive no país ou para quem planeja essa transição.

Todos sabemos que os Estados Unidos exercem há muito tempo uma forte influência no imaginário coletivo de milhões de pessoas no mundo todo. A presença americana em dezenas de países se dá por meio de tendências, tecnologia, marcas, produtos, música, moda, estilo de vida, cinema e mais recentemente, nas últimas décadas, pelas inúmeras séries de TV.

Sendo assim, dentro desse contexto propagandeado a todo momento, o país também é o destino mais procurado do mundo para pessoas que buscam melhores condições de vida e novas oportunidades de emprego, educação, segurança, entre outros.

Os brasileiros não diferem muito desse perfil imigratório e enxergam na maior economia do mundo uma oportunidade para realizar o sonho de uma nova vida, seja temporária ou definitiva.

Quando planificamos a vida financeira conseguimos enxergar melhor as metas e equalizar os desejos dentro das  reais possibilidades, mitigando riscos.

Um planejamento adequado poderá trazer a tranquilidade de que a execução dos projetos de vida ocorrerão e terão maiores possibilidades de sucesso sem danos ao seu orçamento e ao de sua família.

Uma dose de risco calculado

O Boteco

Com a experiência de proprietário de restaurante em polos turísticos como Nova York e Búzios, o empresário José Márcio visitava Orlando, durante a pandemia, quando vislumbrou a oportunidade de assumir a operação de uma casa que já funcionava no coração da International Drive, a uma quadra do Orlando Premium Outlets: o Boteco.

“Foi uma visão de grande risco, porque não dava para saber quando seria o final da pandemia. Mas sabia que esse dia chegaria. E o que são os negócios, senão feitos de riscos?”, revela o empresário, que acumula mais de 30 anos no setor de turismo e comércio.

José Márcio conta que, mesmo atuando em locais tradicionalmente turísticos, sempre se dedica à construção de uma sólida base local de clientes. “É fundamental agradar o morador. É ele que vai falar bem do seu negócio, gerar boca a boca”.

E foi justamente essa direção que fez com que o Boteco venha crescendo sustentavelmente desde que o empresário assumiu os negócios. “Com boa música ao vivo, comida saborosa e transmitindo jogos de futebol, nossos clientes se sentem em casa. São grupos que acabam interagindo entre si para celebrar”, é como a gerente Marry Rua descreve o tom animado dos frequentadores da casa.       

Entre os preparativos para a esperada chegada dos visitantes à cidade, estão previstas a realização de parcerias com empresas de turismo, a colocação de mais mesas na área externa, o melhoramento da estrutura interna, a ampliação e o treinamento de equipes e o fortalecimento da marca online. 

José Márcio se diz feliz com a decisão do governo de retirar a exigência de quarentena. Realista, porém, aponta a escassez de mão de obra e restrições de diversas naturezas para a fabricação de produtos como um dos maiores obstáculos a serem contornados.

“Em função da pandemia, há importantes gargalos logísticos que precisam ser resolvidos, mas que impactam diretamente nas cadeias produtivas das diversas indústrias ao redor do mundo. A redução na produção tem gerado escassez de produtos e aumento de preços. Além do mais, as companhias aéreas encontram dificuldades para atender a demanda reprimida e isso impacta diretamente os negócios em Orlando”, avalia.

Convidado a estimar uma data para o retorno à normalidade, o empresário aposta que “em seis meses tudo deve estar normalizado”, mas alerta: “isso sem a ocorrência de novos fatores, tais como variantes do vírus que escapem das vacinas, ou mesmo, quem sabe, uma pandemia provocada por outro vírus?”

“A lição que se tira da pandemia é a de que nada é certo na vida, que nenhuma cidade é blindada. Ficou mais claro do que nunca que a chance de os negócios sobreviverem e prosperarem em crises depende da capacidade de se operar com custos muito bem controlados”, conclui.