Aposentado é imune à crise?

A reabertura do comércio e alguns serviços trouxeram um aumento significativo no número de pessoas contaminadas pelo COVID-19. A Califórnia e a Flórida são estados que registraram uma redução preocupante nos leitos disponíveis em hospitais. Até o fechamento desta edição, Miami era o novo epicentro da pandemia, e Orlando apresentava um alto índice de infectados correndo aos hospitais. O número de mortes reduziu se comparado proporcionalmente ao número de infectados. Este dado indica que atualmente o número de casos positivos está na faixa etária entre 25 a 35 anos, indivíduos com mais chances imunológicas de combater a doença sem precisar de respiradores. 

A volta ao trabalho traz agora uma preocupação sobre a economia mundial. Contrariando a previsão negativa de vários economistas, a  China apresentou um crescimento de 2%, no balanço do segundo trimestre, sinalisando que a economia pode se recupar mais rápido do que o previsto. 

Tanto no Brasil como nos EUA, o comércio é o setor que mais sofre na retomada. Vários negócios fecharam definitivamente suas portas e grandes lojas de departamentos perdem importância na presença física, -principalmente em shopping centers, que têm um elevado custo do pé quadrado-, para os gigantes do comércio online. 

A mudança de hábito de consumo já era esperada, e muitas empresas vinham se readaptando aos poucos ao novo modelo do e-commerce. A pandemia somente veio acelerar o processo e empresas mais “engessadas”, estruturalmente sofrem  mais do que empresas que nasceram planejadas para este modelo.

Este é um assunto que afeta a todos, menos aos Aposentados, tema da nossa capa deste mês. Será verdade isso? Confira nas opiniões dos nossos entrevistados. Boa Leitura.

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