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A Internet é um mar de falsificações
Peter Ho Peng

2018 foi o ano no qual a farsa veio à tona. A Internet é um mar de usuários falsos, inexistentes, ou existentes apenas eletrônicamente, mas não humanamente; sites falsos, movimentos de mouse falsos, cliques falsos, logins falsos, o único elemento verdadeiro são os anúncios comerciais, pagos pelos anunciantes. Como isso foi descoberto?

Alguns anunciantes do Facebook suspeitaram que o tráfego alegado pelo Facebook era exagerado. Fazendo uma auditoria preliminar conseguiram que o Facebook admitisse que havia um exagero. Mas esse exagero deve ser muito maior do que o que o Facebook admitiu inicialmente.

Preciso voltar um pouco atrás para explicar melhor a trama. A mídia, isto é, os donos das mídias, Facebook, YouTube, AOL, Amazon, etc, são pagos pelos anunciantes pelo número de visuários que cada mídia alcança. Por exemplo, 5 mil vistas no YouTube custam US$15 ou mais. Trinta segundos em um vídeo conta como uma vista. O preço varia também de acordo com o poder aquisitivo do usuário. Por exemplo, aquele visuário que lê o Vogue e/ou o The Economist tem um poder aquisitivo maior do que o visuário que lê matérias não sofisticadas.

Os donos das mídias criaram uma rede de usuários que não existem. “Bots” são robôs que fazem tudo aquilo que um usuário humano faz, simulando cliques, movimentos do mouse, teclado, até música tocando ao fundo, televisão ligada e telefones batendo na casa do “usuário” falso. Esses bots apenas esperam o anúncio se completar para reiniciar a farsa. Estima-se que apenas metade dos usuários da internet seja composta por seres humanos. Na ilustração do artigo, apresentamos uma “fazenda de cliques,” centenas de smartphones, organizados em linhas, como num escritório profissional, todos “vendo” o mesmo video, “pensando ou contemplando comprar” a mesma mercadoria no Amazon, ou baixando o mesmo aplicativo.

Os anunciantes pagam de acordo com o número de visitantes que esta mídia recebe, portanto estão jogando dinheiro no lixo, porque ninguém está vendo seus anúncios. Na ação contra o Facebook, os defensores admitiram 60% de tráfego exagerado, mas os acusadores estimaram esse exagero de 150% a 900%.

Mas algo ainda mais perverso está sendo feito pelos usuários, através de “trolling”. Em quase todas as linguagens do mundo, do Inglês aos idiomas escandinavos, e até ao Português, existe algo que relaciona essa palavra com falsidade, malvadeza. Por exemplo no nosso idioma existe o trouxa. Durante a guerra do Vietnã, pilotos americanos usavam os trolls como alvos falsos, para desviar a atenção dos inimigos, que desperdiçavam bombas em alvos simulados.

Os usuários estão usando os trollers na internet para destruir seus adversários. Por exemplo, nas eleições presidenciais que elegeram o Trump, os russos criaram uma equipe de trollers que, com fotos roubadas, principalmente de negros, fizeram assinaturas no Facebook e outras redes sociais e buscavam outros negros como alvo para disseminar mentiras sobre a Hillary Clinton a fim de persuadir essas pessoas a não votar. Era sabido que, como herança do Barack Obama, a grande maioria dos negros votaria na Hillary Clinton. O voto nos EEUU é opcional, não é obrigatório. Então a sugestão desses trollers era para esses negros a não comparecer. Até um brasileiro entrou nessa; teve sua foto roubada pelos russos, que a usaram para fazer um troll, mascarado de apoiador do Trump, vendo um video no Facebook, e conversando. Isso é uma visita real?

Outros trollers criavam fotos de políticos democratas fazendo algo errado, por exemplo, montados numa atriz de pornô, foto-montagens tão bem feitas que tinham credibilidade. Ou seja, eram equipes altamente profissionais.

Na área comercial, no Amazon, por exemplo, estórias infantis foram alteradas por inteligência artificial, que alteravam a voz do narrador, e alteravam as imagens de tal modo a evitar pagar direitos autorais a quem realmente trabalhou para contar a estória, ou seja, os autores originais. A cópia era produzida sobre o original, a baixo custo, e vendida a preço muito menor, mostradas lado a lado, ou seja, o original e a cópia falsificada, como mercadorias, lado a lado, numa prateleira. Naturalmente a falsificação muito mais barata. Esse tipo de falsificação ainda é difícil de detectar, e a questão de direitos autorais nesse tipo de falsificação, onde inteligência artificial é envolvida, ainda não foi bem definida judicialmente. Outros trollers criavam comentários falsos, avaliações falsas sobre mercadorias verdadeiras, em lojas falsas, a fim de dirigir tráfego de compradores para os concorrentes, os seus clientes, que de alguma maneira lhe pagavam pelo trolling, talvez os empregando diretamente, talvez por alguma maneira subreptícia para não serem identificados de imediato. Sem dúvida isso deveria ser criminoso. O Alibaba, o Amazon da China, tem 30.000 funcionários trabalhando em informática. Eles dizem que fazem mineração de dados. Mas quantos estariam fazendo trolling, falsificando videos, para evitar pagar direitos autorais? Quem vai verificar as prateleiras do Alibaba? E por aí afora.

Existe um método de identificar qual percentagem dos visitantes de um site é de humanos e qual de bots. Entretanto, há um ponto de inversão, no qual a tecnologia presente vai passar a identificar os bots como humanos e os humanos como bots. Isso será corrigido, mas no presente, vai ocorrer isso apenas no ponto de inversão, o qual não sabemos ainda qual será numèricamente esse ponto de inversão. Pode ser 50% ou mais.

Pessoalmente, não acredito em mais nada que vier pela internet. No título do artigo eu disse que a internet é um mar de falsificações. Deveria eu ter dito que a internet é um oceano de falsificações? E vamos mudar o nome Facebook para Fakebook?

A tragédia de Brumadinho
Peter Ho Peng

Conversas com o Chirú

Fim de mais uma semana de trabalho bem feito, gado alimentado descansando; leite tirado; crianças em casa após um dia de escola; roupas lavadas e estendidas nos varais, churrasco de costela no ponto; chimarrão, com yerba mate argentina esperando a água quente da chaleira, pendurada no trempe, no calorzito das brasas restantes do fogo de chão; Chirú na cadeira preguiçosa, nós, peões, ao redor, nas banquetas de cepo.

Conhecemos o chefe, precisamos acender a chama para o papo fluir. Mas antes da conversa, a rodada de mate. As cuias e as bombas se revezam nas mãos.

Essa conversa geralmente se faz no sábado; o trabalho no campo é diário, o gado pasta todos os dias. E as vacas dão leite também todos os dias. Mas o domingo é o dia de descanso para a maioria. E também de igreja para muitos. A turma do domingo se reveza. Mas na noite do sábado a turma do domingo também se junta ao resto, quando sabe que o Chirú será provocado naquele sábado.

Mas o chefe também nos conhece, o Chirú detectou muito antes da conversa começar. “Me diga o que tens em mente, tchê” – iniciou o Chirú, falando diretamente comigo, êle conhecia seus peões e sabia que eu saberia expressar bem a  pergunta da turma.

Mais uma rodada de mate, uma rodada de silêncio. Mas sabíamos que o que esperávamos viria. Dei um tempo e falei: “Como que conheces tão bem as pessoas, Chirú? São tantas as pessoas que trabalham aqui, plantando, colhendo, tantos visitantes que recebemos, vizinhos, as famílias, as pessoas dos povoados, escolas, igrejas, e não falas, mas percebemos que não fazes julgamentos errados acerca delas. Sabes se são honestas, se são competentes, se trabalham duro, se procrastinam, enfim, se farão parte da nossa turma. E quanto aos nossos políticos, raramente te vemos errar. E que ficas quieto quando tens dúvidas.” Pedrão interrompeu: “O que é procrastinar, Ernesto?” Respondi: “Procrastinante é o sujeito que não faz o que precisamos que faça, sabe que não é urgente, vai deixando, deixando, espera mais um pouco, até que a tarefa fica urgente, e se atrapalha, outros fazem a tarefa, ou seja, atrapalha outros.”  Aí Chirú interrompeu. “Desculpe interromper, Ernesto, mas acho que é mais bem entendido explicando o contrário. O sujeito que não procrastina, Pedrão, é um como o meu compadre Mário, que alguns de vocês conheceram antes de havermos-lo perdido. O Mário quando recebia uma tarefa, por exemplo, consertar uma cêrca, trabalho de uma hora, e êle tinha vários dias para fazer, partia imediatamente para a tarefa, fazia tudo em uma hora, não perdia nenhum minuto. O procrastinante deixa para as últimas horas.” Todos entenderam, mesmo os que não conheceram o Mário. Eu completei: “E o cara não se integra na turma, a turma vai ficando cansada. É como uma peça na engrenagem que não deixa a máquina funcionar direito.”

Mais uma rodada de mate, uma rodada de silêncio. O Pedrão quer saber mais. “Como isso acontece? Isso tem cura?” Nós sabíamos porque o Pedrão perguntava. A mulher dele era procrastinante. O Chirú sabia. E responde com a delicadeza de sempre. “Eu acho que isso vem de casa, Pedrão. O sujeito aprende isso pelos exemplos. É como se fosse de berço, pois a criança aprende com os pais. Para mudar isso, o melhor que se pode fazer é continuamente dar exemplos, sem falar.” Mais uma pausa, e uma rodada de mate. Tempo para a gente digerir as palavras do Chirú. Ficou mais uma vez, tudo bem compreendido e entendido pela tropa e pelo Pedrão. Agora o Chirú vai responder à minha pergunta.

“Voltando ao Ernesto: como conheço as pessoas. Experiência de vida, Ernesto. Conheci muita gente. Ia observando e aprendendo com os exemplos, errando e acertando; acertando e errando. Escolas, exército, esportes, muito trabalho, fiz emprêsas, iniciativas próprias, família numerosa. Sempre com muitos amigos. Muitas pessoas à minha volta. Testemunhei muitos governos e muita reviravolta política. Mas eu tive sorte. Não herdei dinheiro nem negócios dos pais, tive que trabalhar. Eu tenho amigos de infância que nasceram em berço de ouro e aos cinquenta anos ainda pediam dinheiro ao pai para o cafèzinho. Mas eu tive que crescer e cresci. O que recebi de herança dos meus pais não tem preço, não troco nem por todo o chá da China.” Mais um mate, tempo para pensar e refletir.

“Mas foi minha mãe quem me deu a base. Me ensinava pelas coisas pequenas, como por exemplo, não pegar as flores dos vasos da escola, dos parques.” “Mas todo mundo pega, mãe,” eu respondia. Tá errado, filhinho, as flores são de todos, não tuas, foram plantadas por alguém, trabalho de alguns, para a alegria de todos, minha mãe ensinava. Ia me mostrando enquanto eu crescia.” Ficava claro para todos o amor da mãe pelo filho, e como o recíproco era verdadeiro.

“Mas como, Chirú, ela te ensinou a ler o caráter das pessoas, também?” emendou o Pedrinho.

“A base sim, Pedrinho. Ela dizia: “Falar é fácil, fazer é que são elas.Vais ver que quem mais fala é quem menos faz. E as pessoas boas não precisam falar. Sabem que um fazer basta.” “Nas coisas pessoais, eu via como meu pai e minha mãe eram generosos com os pobres, não apenas em bens materiais, mas em tempo, dando apoio emocional nas horas difíceis, guiando os jovens, e não falavam nisso. E observei como quem mais falava, como nas igrejas, obedecer a Deus, dar de si, antes de pensar em si, não praticavam, e eram os mais infiéis e os que menos faziam pelos outros.”

“E isso eu ia vendo na vida. Mas errei bastante, antes de acertar. Eu ia vendo, por exemplo, como os políticos prometem acabar com a corrupção, e são ainda mais corruptos que os antecessores. São os mais mentirosos. Vejam agora a tragédia do Brumadinho. Depois da tragédia igual de Mariana, os deputados reprovaram uma medida forçando a Vale a rever todas as centenas de barragens de lama de mineração que ela opera. Uma bancada no lamaçal. Mas não precisamos ir muito longe. Mais próximos de nós, nosso vizinho, estancieiro do lado, igualito a nosotros, falava muito, mas quando a vaca foi pro brejo, encheu a mala e se mandou, deixou todos pendurados, sabe-se lá que contas foram feitas. Minha mãe ensinava sem julgar, me ensinou a observar, que, quando a vaca vai pro brejo, a porca torce o rabo.”

PAUSA EDITORIAL

A Vale é o apelido da Companhia Vale do Rio Doce, ou CVRD, a maior mineradora do Brasil. Foi privatizada durante a gestão do FHC. Essa medida foi muito aplaudida pela direita, acreditando nas forças do mercado, e que freiariam a corrupção estatal, e criticada pela esquerda, mas que não tinha contra-argumento. A bancada é o apelido de qualquer câmara, estadual ou federal, ou mesmo municipal, e até o Senado Federal; neste caso usada para denominar os deputados federais. O político na lama é a gíria popular para dizer que esse político foi subornado para votar de uma maneira definida pelo subornador. A bancada no lamaçal é a corrupção geral, e usada ainda como metáfora à barragem de lama que desmoronou em Brumadinho (CE). A Câmara Federal votou essa medida submetida por ambientalistas e apoiada pela esquerda, depois da tragédia de Mariana (MG) em 2015, naturalmente, e os direitistas e os subornados votaram contra, sempre acreditando nas forças do mercado (e no poder da grana) e os mais radicais colocando os ambientalistas e a esquerda no mesmo saco, chamando a medida de conversa fiada de comunistas. E o governo do petista Fernando Pimentel autorizou em dezembro de 2018 uma expansão das atividades da Vale na mesma região do Ceará.

Quando a vaca vai pro brejo é uma expressão do campo, bastante usada. Em tempo de extrema sêca, seca tudo, seca o pasto, falta comida e água para o gado. O brejo, o pântano, é o último recurso, e o gado vai beber essa água, ruim que seja. O gado entra e se atola, não consegue sair sem ser puxado, içado, ou guinchado por um trator. É aquele período de grande dificuldade. No caso acima, significam aquela crise econômica que o fazendeiro vizinho não teve coragem para encarar. A porca torce o rabo também vem do campo. A porca, e o porco enfiam o rabo entre as pernas, quando ficam com medo.

UFA do Editor

O Chirú continuou. “Eu tive muita sorte. Conheci muita gente; gente boa e gente má; mentirosos e verdadeiros, fui aprendendo a distinguir, com os erros e acertos.”                                                                                                                                      O Chirú ia falando devagar, dando tempo para o chimarrão rodar, as cuias iam trocando de mãos, mas certamente para dar-nos tempo para digerir os novos pensamentos e informação.                                                                      Não era preciso falar mais nomes, dar mais exemplos. Tínhamos tudo claro na nossa frente. A informação vinha pelo rádio, televisão, nas canchas de bocha do povoado, e nos jogos de futebol inter-fazendas. “Mas Chirú, podes nos dar exemplo de erro teu?”  “Eu cometi enganos grandes. Por exemplo, iniciei acreditando no governo militar, admito. Pensava em disciplina e no fim da corrupção. Entrei naquele papo de que liberdade não é libertinagem.” “Mas rapidamente entendi que a vida nos quartéis é muito diferente da vida do povo, e que essa falta de vivência e de conhecimento de como uma democracia funciona, e de como os poderosos se mantém no poder usando o poder do dinheiro era uma falta de conhecimento de governo por parte dos militares importante.”

Mais um tempo, para digerirmos aqueles pensamentos, que o Chirú sabia nunca havíamos ouvido. “E percebi que os poderosos, os que têm dinheiro, se mantiveram no poder, patrocinaram o golpe militar e já tinham preparado os meios de se manter por cima.” Mais um tempo. “E que a falta de liberdade e de democracia, não resultam em disciplina. E que torturadores no poder não poderiam nos levar a um caminho certo. E que quem aplaudia isso eram os mais mentirosos.” “Eu cresci. Fui um forte exemplo que as pessoas crescem, mudam.”  “Mas Chirú, por que os outros não crescem?,” emendei. “Ernesto, penso que é mais um exemplo do que minha mãe dizia, o tal do falar é fácil, fazer é que são elas.” O Chirú seguia falando devagar e sem se empolgar.  “Essas pessoas que não crescem, ou porque nasceram em berço de ouro e não precisam crescer, nunca foram desafiados, ou não crescem porque mentem.” Mais mate para alimentar a conversa. “Pois quem mente, mente não apenas aos outros; mente também a êles próprios, mentem a si mesmo. E não crescem porque quem mente a si mesmo, vai continuar se enganando. Pensam estar sempre certos. E aí não conseguem crescer.” “Mas cada um de nós já viu isso. Qual de nós nunca errou? Mas conseguimos superar isso encarando. E assim mudamos e crescemos. Mas quem se engana a si próprio tem dificuldade. Esses reunirão falsidades em seu redor. E porque ninguém em seu redor lhes diz o correto. Não querem ninguém ao seu lado que discorde. Novamente minha mãe vem à lembrança. Quando a vaca vai pro brejo, a porca torce o rabo. As pessoas que mentem a si próprias não têm coragem de se olhar no espelho e se encarar, continuando a negar. E não entendem que as outras pessoas mudam, crescem, porque elas não mudam.” A noite já caíra, o céu sem lua brilhava como nunca, o Cruzeiro do Sul comandava as outras estrelas. No nosso céu gaúcho que sabíamos brilhar como nenhum outro. E nós havíamos extraído mais uma conversa com o Chirú, não precisávamos agradecer em palavras. As banquetas guardadas, os espetos limpos, o trempe limpo, as cuias lavadas e as bombas brilhando com as luzes do céu, as cinzas apagadas e coletadas, mais o nosso “Boa noite, Chirú” demonstravam na prática nossa gratidão. Por nós, pelas nossas famílias e pelos nossos filhos.

Sistema de agendamento e-consular

O sistema de agendamento de serviços do Consulado-Geral do Brasil em Miami pode ser acessado pelo seguinte endereço: ec-miami.itamaraty.gov.br.

No sistema e-consular, o cidadão brasileiro deverá enviar pelo próprio sistema a documentação necessária para cada serviço (fazer o “upload”). Quando a documentação for avaliada e estiver validada, será aberta a agenda para marcação do serviço. O tempo para validação do serviço varia conforme a demanda das solicitações.

Confira o passo-a-passo:

1) Faça o login no sistema e-consular (ec-miami.itamaraty.gov.br) com seu e-mail.

2) Verifique seu e-mail: será enviada mensagem do e-consular. Acesse o link na mensagem de e-mail para entrar no sistema.

3) Atualize seus dados. Crie uma senha para poder acessar o sistema. Escolha o serviço. Será aberto formulário eletrônico que solicitará as informações e documentação necessárias.

4) Preencha as informações e faça “upload” da documentação necessária, conforme exigido em cada campo do formulário eletrônico.

Dica: É mais fácil fazer o preenchimento e o “upload” das fotos dos documentos pelo telefone celular.

5) Confirme a correção dos dados e envie para validação.

6) Aguarde a resposta do Consulado-Geral. A equipe do Consulado-Geral enviará mensagem de validação ou solicitação de complementação de informações.

Atenção: a mensagem de validação não será imediata, é necessário aguardar a comunicação do Consulado-Geral.

7) Caso o preenchimento do formulário eletrônico esteja incompleto ou incorreto, a equipe do Consulado-Geral enviará mensagem indicando o que está faltando. Repita os passos e providencie as informações demandadas.

8) Caso você receba mensagem de validação, sua solicitação foi aceita. Na mensagem haverá um link para acessar a agenda de serviços.

9) Agende seu serviço na data desejada, ou opte pelo envio da documentação por correio, se o serviço solicitado assim permitir.

É importante lembrar que o Consulado-Geral somente atende mediante agendamento prévio. Os agendamentos já realizados no sistema https://cgmiami.appointy.com/ serão mantidos.

Outra sugestão é fazer a solicitação de serviços pelos correios. Informações sobre quais serviços são disponíveis e como solicitá-los pelos correios podem ser acessadas no seguinte endereço: http://miami.itamaraty.gov.br/pt-br/servicos_pelo_correio.xml.

Recomendo Business Education abre suas portas em Orlando

Em 2019, a novidade na área de Educação foi anunciada em 18 de janeiro, com coquetel de lançamento, foi apresentada a parceria entre duas empresas brasileiras que atuam no setor. Ambas localizadas em Orlando, Flórida; a FCU-Florida Christian University, que acumula mais de 20 anos de experiência no setor, com cursos em diversas especialidades nas áreas de Humanas, Filosofia, Teologia, Administração de Empresas e Couching, entre outros. Com início na Colonial Drive, posteriormente, em 2003, mudou-se para sua unidade própria, no endereço 5950 Lakehurst Drive, Suite 101 – Orlando,Fl 32819, local onde são ministradas aulas presenciais. De propriedade do Dr. Anthony Portigliatti, que hoje ocupa o cargo de Presidente do Conselho da Universidade, a escola tem como presidente, Bruno Portigliatty. Na última década, a FCU investiu pesado e passou a atuar em vários países da América do Sul, Europa, Ásia e Oriente Médio, com representantes locais para expandir horizontes na Educação de aulas virtuais.

A parceria trouxe a experiência do empresário paulista, Alexandre Damiani, que está em Orlando há mais de 3 anos, com sua empresa Recomendo Business Network. Este empreendimento reúne pequenos e médios empresários que formam grupos de profissionais que recomendam produtos e serviços que não competem entre si. Quando um grupo alcança o limite de participantes permitido, imediatamente, é aberto um novo grupo com a entrada de novos membros. O objetivo é gerar negócios e networking que estimulam a competitividade e lucratividade. Após ter iniciado em Orlando, hoje Damiani tem também grupos formados no Sul da Flórida, em Masshachussetts e, recentemente, anunciou que vai expandir para Portugal.

Da idéia de Damiani e Portigliatty nasceu o Recomendo Business Education que vai oferecer cursos de Negócios e Treinamento Pessoal, focado no pequeno e médio empreendedor. As aulas são ministradas na 6965 Piazza Grande Avenue, Suite 309 – Orlando, Flórida 32835 e terão certificados com a chancela da FCU-Florida Christian University.

Mais informações podem ser obtidas através dos contatos:  Anthony Portigliatty 407.896.0101 e Alexandre Damiani 407.906.1019.

Jacqueline de Andrade apresenta sua obra “The Selection”

O ex-jogador de futebol e apresentador de TV, Neto, apresentou um  evento, nos Estados Unidos, em parceria com o técnico de futebol Ney Franco. O encontro contou com uma exposição de arte denominada “The Selection”, com obras assinadas pela artista plástica brasileira Jacqueline De Andrade.

A coleção de pinturas de Andrade homenageia grandes jogadores da história da Seleção Brasileira de futebol. O evento recebeu grandes estrelas do futebol brasileiro, que foram prestigiar a exposição e participar do jogo “Amigos do Neto x Celebration Soccer Star”, que aconteceu no campo Ney Franco Soccer Academy, em Celebration, Flórida.

Sobre a artista

Nascida em Ribeirão Preto, SP, Jacqueline De Andrade começou a sua paixão por arte com apenas 12 anos de idade. Aos 14 anos, viu o primeiro retrato feito, em pintura a óleo na parede, na casa de uma tia. Ao ver o quadro, Jacqueline decidiu que o seu grande sonho era fazer faculdade de artes plásticas e se aperfeiçoar para um dia pintar o retrato de toda a sua família. Entre os cursos que Jacqueline participou destacamos: gravura em metal, desenho, pintura, retrato, artes em vidro, artesanato, entre outros. Entretanto, foi a pintura acadêmica de retratos que mais despertou o interesse da artista. Aos 19 anos, ingressou na UNAERP, em Ribeirão Preto, para se profissionalizar em Educação Artística e manteve a participação em cursos extras além de todo o período de estudos na faculdade onde se formou.

Em 1990, passou a integrar a “Associação dos Artistas Plásticos de Ribeirão Preto” e suas obras participaram em mais de 20 exposições no estado de São Paulo. Participou do projeto semanal “Céu Aberto” entre 1996 a 1998 onde expôs suas obras na praça 7 de Setembro, um dos principais pontos turísticos de Ribeirão Preto. Durante as exposições, surpreendeu os membros da associação e o público apresentando além das pinturas de retratos, pinturas contemporâneas modernas. Diante das novas obras, Jacqueline foi catalogada como artista contemporânea em 1997 no “Catálogo Brasileiro de Artes Plásticas” de Ivanir Pineda Sanchez.

Mudou-se para os Estados Unidos com o seu marido e filhos para estudar inglês e ampliar seus horizontes e inspirações. Em 2019, aumentou  sua obra pintando quadros que foram expostos na “LATINARTEXPO”, em West Palm Beach, Fl; Jacqueline foi a única brasileira a participar entre mais de 27 artistas plásticos latinos.  O sucesso lhe rendeu um convite para expôr suas obras na “Jan e Gary Dario Gallery”, nos Estados Unidos.

Em 2010, admirada pelo talento como artista foi convidada a expôr no Brazilian Day Orlando Festival, evento internacional de destaque na comunidade brasileira.

Em 2013, suas obras foram expostas no jantar de aniversário da “New Hope Assistance Center”, na Flórida. Em 2017, recebeu  o “Prêmio Mulher BrazilUSA Orlando”, da revista que leva o mesmo nome.

Em 2018, realizou importante exposição no “Dia Internacional da Mulher”, com uma coleção inédita de quadros e a Andrade recebeu o prêmio “Focus Award Orlando 2018” na categoria artes visuais.

Atualmente, Jacqueline está cursando a faculdade de administração na Ana G. Méndez University System e pinta sua coleção intitulada “The Selection”, pinturas que retratam os grandes ícones do futebol brasileiro.

Brazilian Day Orlando Festival acontece na Primavera
Para evitar o alto verão e possíveis furacões, os organizadores do evento escolheram 19 de maio para realização do BDO de 2019

O jornalista e criador do Brazilian Day Orlando, Paulo Corrêa, promete muitas novidades para a sétima edição do maior evento da região da Flórida Central. “Conseguimos o respeito da comunidade, dos nossos empresários e o reconhecimento das autoridades americanas do Condado Orange e da cidade de Orlando que emitiram o “Proclamation Day”, documento que celebra o Dia Oficial do Evento BDO, em Orlando”. Ainda, de acordo com o organizador, ele garante que agora o evento está pronto para um crescimento natural. Apesar de estilos diferentes, o BDO segue os passos do “irmão mais velho”, o Brazilian Day de New York, graças a novas parcerias.

Corrêa se refere às novidades, pelos vários acordos já assinados para apresentar novidades na edição de 2019. A mudança da data para não correr riscos de furacões, chuvas torrenciais e o forte calor foi providencial. O BDO foi transferido de setembro para o primeiro semestre, e a nova data já está marcada: 19 de maio, domingo, do meio dia às 20 horas, no mesmo local, Lake Eola Park, Downtown Orlando.

A novidade para este ano é o contrato de Patrocinador Master assinado com a Gol Linhas Aéreas, leia-se José Carlos Frandji que possibilitará a participação de vários artistas renomados vindos do Brasil; e a entrada do ator e diretor Rafael Almeida, que irá cuidar da direção artística este ano.

Rafael, que hoje é responsável pela direção artística de videoclipes, filmes e eventos, promete trazer nomes de peso da música e da dramaturgia do Brasil, artistas que têm milhões de seguidores nas redes sociais. Rafael reside em Orlando e é proprietário da empresa Bmouse com os sócios Tom Gonçalves e Alexandre Pimentel, novos parceiros do evento.

“Os nomes dos cantores e artistas em geral -que irão participar na edição de 2019- serão anunciados em breve, mas garanto que serão nomes impactantes e que trarão grande visibilidade para os próximos eventos do BDO”, afirma Rafael Almeida.

Serviços: Local: Lake Eola (Downtown Orlando) Dia: 19 de maio (domingo) Hora: do meio dia às 20 horas

Foto Legenda:  Rafael Almeida, José Carlos Frandji e Paulo Corrêa
PRESS AWARDS passa a ser da ABI-Internacional

Desde janeiro, todos os prêmios da Abi-inter (Associação Brasileira de Imprensa Internacional) passam a se chamar Press Awards. A ABI-Inter dá mais um passo para valorizar o trabalho e a contribuição de seus associados e profissionais ligados à imprensa brasileira que atuam no Exterior..

As recentes mudanças ocorrem para atender a nova estratégia de marketing dos eventos e premiações Focus Brasil. O jornalista e produtor Carlos Borges, CEO da Fundação FOCUS BRASIL, passou a usar somente o nome Focus Brasil em seus eventos: em Fort Lauderdale, Orlando, Boston, Tóquio, Milão, Londres e Las Vegas.

Assim, a atual diretoria da ABI-Inter, liderada pelo seu presidente, Marco Alevato, negociou com Carlos Borges, os direitos do uso da imagem da marca que leva o símbolo do “jornaleiro” e o nome “Press Awards”.

O logo “Newspaper Boy” foi criado pelo artista plástico baiano Romero Luiz e; a base de madeira é feita pelo artesão mineiro Arthur Moreira. O prêmio de Mídia Comunitária da ABI-Inter que era de repercussão nacional e tinha a entrega de troféus realizada, uma vez ao ano, em Fort Lauderdale, Fl. De agora em diante, estas premiações serão feitas nas mesmas praças onde são realizados os eventos Focus Brasil.

O lançamento da expansão da premiação da ABI-Inter “Press Awards” acontecerá em Boston, MA, no dia 12 de junho de 2019, abrindo a semana de eventos do Focus Brasil desta região.

Para o presidente Marco Alevato, a ABI-Inter tem tudo para ser uma organização sem fronteiras. “Vamos valorizar ainda mais os profissionais de mídia comunitária e perpetuar o “Newspaper Boy”, tão bem utilizado nos troféus do PRESS AWARD.

“A Fundação FOCUS BRASIL seguirá colaborando, na medida em que haja, recursos disponíveis em cada praça, para a realização das premiações, realizações de painéis e reuniões da ABI-Inter.”, afirma Carlos Borges, um dos idealizadores, fundadores e membro atuante da ABI-Inter.

A nova diretoria da ABI-Inter, eleita para o biênio 2018/2020, está empenhada em incrementar novas ações e parcerias para um novo tempo. Também acaba de lançar uma campanha de recadastramento dos membros da entidade. A partir de fevereiro 2019, será enviado um formulário via e-mail para atualização de dados cadastrais de todos os membros ativos. O processo vai acontecer on-line. O link para efetuar pagamentos da filiação será disponibilizado, brevemente, pela ABI Inter. Para saber mais sobre a entidade, favor visitar o site abiinter.org.

Valencia College expande campus em downtown Orlando

Valencia College expande campus em downtown Orlando

Image feita por Drone no local.

A partir de 2019, para melhor servir a mais de 74,000 alunos, o Valencia College vai adicionar novas salas de aulas no oitavo núcleo educativo localizado na região dos condados de Orange e Osceola. Esta iniciativa é uma parceria entre o Vallencia e a University of Central Florida. Os interessados em fazer suas aplicações podem encontrar mais informações no site do Vallencia. Também haverá uma parceria com a empresa de ônibus LYNX, que irá oferecer transporte gratuito durante as visitas ao novo campus com o uso do aplicativo PawPass app., que permitirá ao aluno usar um passe virtual do seu próprio.

No final de janeiro, o Valencia College continua sua expansão com a abertura de dois novos centros de treinamento, com turmas de curta duração focadas nas áreas de  construção civil, transporte logístico, embalagem, assistente médico e manutenção de hotel e apartamentos. Os 14,700 pés quadrados de área construída atenderá alunos nos idiomas inglês, espanhol e português.

O complexo chamado “Creative Village” localizado no Downtown Orlando será aberto em 26 de agosto de 2019 e terá uma parceria com a UCF. Composto de 2 blocos a oeste da Interstate 4, um representado pelo Dr. Phillips Academic Commons e o UnionWest, uma torre de 15 andares. As inscrições para quem estudar no Creative Village estarão abertas a partir de 31 de Maio de 2019.

Para mais informações favor visitar o site www.valenciacollege.edu/news

Chefe de Polícia de Orlando participa de evento da CFBACC

Chefe de Polícia de Orlando participa de evento da CFBACC

Com iniciativa do produtor do Brazilian Day Orlando, Paulo Corrêa, e da diretoria da CFBACC (Central Florida Brazilian-American Chamber of Commerce foi realizado, em dezembro, um evento para conhecer o novo chefe de Polícia da cidade de Orlando, Orlando Rolón.

O evento aconteceu no Gilson’s Restaurante que ofereceu um coquetel para receber políticos da prefeitura da cidade, como Felipe Souza Rodrigues, Luis Martinez, Giorgina Rolón e Tony Ortis; e membros da Câmara de Comércio brasileira, incluindo o presidente Miguel Kaled e os diretores Celestino De Cicco, Weslley Albuquerque, Andrea Almeida e Edward Beshara.

Os convidados puderam fazer  perguntas sobre Segurança Pública ao novo comandante de polícia de Orlando.

Você que ser mais otimista em 2019?

O otimismo é definido como uma atitude mental ou cosmovisão que favorece um resultado positivo, enquanto o pessimismo favorece um resultado ou previsão negativa.

Em sua maior parte, o mundo é formado por otimistas e pessimistas. Em geral, os otimistas esperam que coisas boas aconteçam, e os pessimistas esperam que coisas negativas surjam em seu caminho. Às vezes os pessimistas se consideram mais realistas do que os otimistas.

O pessimismo está em toda parte. Nós todos já ouvimos falar das implacáveis previsões de tragédias futuras (quase nunca comprovadas cientificamente): pobreza crescente, fomes vindouras, desertos em expansão, pragas iminentes, guerras iminentes, exaustão inevitável de petróleo, escassez de minerais, diminuição do ozônio, chuva acidificante, invernos nucleares, epidemias de vacas loucas, abelhas assassinas, aquecimento global e até impactos de asteróides que trariam esse feliz interlúdio a um terrível fim.

Para piorar a situação, a chegada das mídias sociais torna as más notícias mais imediatas e mais íntimas. Até há relativamente pouco tempo, a maioria das pessoas sabia muito pouco sobre as inúmeras guerras, pragas, fomes e catástrofes naturais que aconteciam em partes distantes do mundo.

Consideremos o nosso medo do terror. De acordo com John Mueller, cientista político da Universidade do Estado de Ohio, “Nos anos que se encontram ao 11 de setembro, os terroristas se encontraram ao redor de sete pessoas por ano nos Estados Unidos.

Todas as mortes são trágicas, claro. Mas, somente nos Estados Unidos, os raios matam cerca de 46 pessoas por ano, 150 por cento causam acidentes e por volta de 300 pessoas morrem por afogamento em banheiras, a cada ano!

Enquanto isto, há um fluxo constante de avanços tecnológicos, científicos e médicos que estão mostrando a melhora na vida de bilhões de pessoas comuns. Dadas todas as coisas boas, uma questão de ser quando são inacreditavelmente pessimistas.

Será que nascemos pessimistas? Já que a sobrevivência é mais importante do que todas as outras considerações, a maioria das informações entra em nossos cérebros através da amígdala – uma parte do cérebro responsável por emoções primais como raiva, ódio e medo.

As informações relativas a essas emoções primordiais chamam a atenção primeiro porque a amígdala “está sempre procurando algo para temer”. Em outras palavras, nossa espécie evoluiu para priorizar as más notícias.

O viés da negatividade está profundamente enraizado em nossos cérebros. Não pode ser descartado. O melhor que podemos fazer de início é reconhecer esta realidade e aprender a lidar com ela.

A literatura psicológica mostra que as pessoas temem mais as perdas do que esperam ganhos; se debruçam sobre reveses mais do que saboreiam sucessos; ressentem-se das críticas mais do que se deixam encorajar pelo elogio, permitindo que aquilo que é ruim, acabe sendo mais forte do que o que é bom.

Coisas boas e ruins tendem a acontecer em diferentes linhas do tempo. Coisas ruins, como acidentes de avião, podem acontecer rapidamente. Coisas boas, como os avanços que a humanidade fez na luta contra o HIV / AIDS, tendem a acontecer de forma incremental e por um longo período de tempo.

Em outras palavras, a humanidade sofre de um preconceito de negatividade ou “vigilância de coisas ruins ao nosso redor”. Consequentemente, há um mercado, sem base em fatos concretos, para fornecedores de más notícias, sejam pessimistas que afirmam que a superpopulação causará fome em massa, ou alarmistas que alegam que nós estamos ficando sem recursos naturais.

RAZÕES DE SOBRA PARA SER MAIS OTIMISTA

Ter uma atitude mental positiva pode ajudá-lo a ter uma vida emocional mais estável, menos estressante, ter estratégias de enfrentamento mais fortes e melhor saúde, com um tempo de recuperação mais rápido das doenças, até de taxas de mortalidade mais baixas. Os otimistas desfrutam de mais sucesso, mais felicidade e vidas mais longas do que os pessimistas.

Pesquisas usando dados da Women’s Health Initiative descobriram que, em um período de oito anos, as mulheres mais otimistas tiveram um risco 9% menor de desenvolver doenças coronarianas e um risco 14% menor de morrer por qualquer causa.

Resultados semelhantes também foram encontrados por pesquisadores que escrevem no Archives of General Psychiatry; usando dados da Holanda, eles descobriram que os indivíduos mais otimistas tiveram 55% de redução no risco de mortalidade por todas as causas e 23% de redução no risco de morte cardiovascular.

De acordo com The American Journal of Cardiology, a Dra. Julia Boehm e colaboradores encontraram uma ligação entre o otimismo e a composição do colesterol no sangue. Os indivíduos otimistas apresentam níveis mais altos de colesterol bom e níveis mais baixos de triglicérides.

VOCÊ PODE APRENDER A SER MAIS OTIMISTA

Só porque você tem sido um pessimista durante a maior parte de sua vida, isto não significa que você esteja destinado a ser sempre um pessimista. Na verdade, existem muitas maneiras eficazes de adotar uma mentalidade otimista. O otimismo pode definitivamente ser um traço aprendido.

É muito fácil tornar-se uma pessoa otimista. Você pode mudar sua perspectiva e isso lhe trará benefícios.

Estudos anteriores mostraram que o otimismo pode ser alterado com intervenções relativamente simples e de baixo custo – até mesmo algo tão simples quanto ter pessoas anotando e pensando nos melhores resultados possíveis para várias áreas de suas vidas, como carreiras ou amizade. Encorajar o uso dessas intervenções pode ser uma maneira inovadora de melhorar a saúde no futuro.

A boa notícia é que, mesmo que você não esteja certo de que o copo está meio cheio, há esperança de desenvolver uma perspectiva mais brilhante. Talvez um primeiro passo seja imaginar um futuro para você, como uma pessoa mais otimista.

“Eu sou um homem velho e tenho conhecido muitos problemas, mas a maioria deles jamais aconteceu”.      Mark Twain.