É a nossa salvação!

Kelly Ramirez

Entusiasmada com o ritmo de vacinação nos Estados Unidos, a Kelly Ramirez, que mora em Orlando e trabalha num escritório de remessas, espera a sua vez, ansiosa.

“A vacinação é nossa salvação. É o que poderá pôr fim à pandemia” – diz ela, que pretende também vacinar a filha Sophia, de 13 anos.

Mas, mesmo depois de vacinada, ela diz que vai manter os cuidados de usar máscara, evitar as aglomerações, lavar as mãos com frequência e utilizar álcool gel. 

No entanto, acredita que se sentirá mais segura para retomar atividades interrompidas pelo confinamento: visitar os amigos e familiares, ir ao cinema, ao shopping e fazer festas ao ar livre.

Kelly conhece pessoas que se recusam a ser vacinadas por receio de possíveis efeitos colaterais ou por acreditar em notícias falsas.

“Nunca recebi fake news em grupos de redes sociais, mas sei que elas circulam por aí e considero um desrespeito aos pesquisadores que estão empenhados em descobrir como exterminar o vírus” – afirma.

Ela chama a atenção também para o papel dos políticos, especialmente do presidente da República, que deve adotar medidas para solucionar um problema que já se mostrou muito maior do que se podia prever, no início da pandemia.

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