Victoria’s Secret reformula marca e troca “angels” por ativistas

A Victoria’s Secret, marca de lingerie e produtos de beleza que durante anos foi referência no conceito de “sexy” com as modelos “angels”, se reformulou para estimular o empoderamento feminino e deixar de reforçar estereótipos.

A empresa, pressionada pela modernização da sociedade, exigências de mais diversidade na moda e pelo movimento Me Too, colocou sua imagem nas mãos de sete figuras “bem-sucedidas” e com uma “paixão comum pela mudança positiva” para definir o futuro do que considera ser a marca feminina mais reconhecida.

Entre elas estão a jogadora de futebol e ativista LGBT Megan Rapinoe; a atriz e empresária Priyanka Chopra Jonas e a primeira modelo trans que desfilou para a marca, a brasileira Valentina Sampaio. Elas integram o VS Collective, responsável por criar “coleções revolucionárias” e gerar apoio a “causas vitais para as mulheres”.

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